( Tuiuiú no bico do anum Otto bayer : ottobayer tuiuiú ottobayer.com tuiuiúottobayer ottobayertuiuiú ottobayertuiuiúottobayer ottobayer-tuiuiú tuiuiú-ottobayer tuiuiú otto bayer )
Ui! tuiuiú - que tu voa
acima da boa lagoa
Tu tuiuiú é já jaburu
tu tuim é tuiuiú e já jabiru
tu tuim tuiuiú é pantanal
em todas as águas e asas sobre águas rasas
plantado na raiz quádrupla das águas
na radicação da radiação radical do raio nas águas que movem as asas
águas que fazem viver o animal com motor nas asas
Tu tuiuiú já jabiru
cuja cabeça-seca chama o Jabiru mycteria
outro nome tuiuiú
ave ciconiforme cujo bico é o "cico" que muda de forma
conforme o "grude " ou hábitos alimentares
ou o olho e pirata piscando do leitor que lê
na língua que fala ou não fala
que lê e escreve ou não tuiuiú
menor na cabeça seca do jabiru mycteria
da famílias das águas dos Ciconiidae
( sendo os pingos dos ii em latim
o nome que pinga os ii da família
quando Deus levou Lineu a nomeá-los em língua de legião romana
dos anjos soldados que criaram a maior empresa do planeta
- a empresa que é o Império de Roma a Loma Linda
de Albalonga na Itália a Loma Linda na Califórnia
caminha o empório-império de Roma
que fundou a empresa e empório do soldado
que fez e faz e desmancha impérios de soldados )
Tuiuiú pernalta de pescoço nu preto
( que é o canto em cor do anu-preto
minha ave-símbolo )
papo nu vermelho tuiuiú
brancas plumas que carregam a alva
e pretas pernas pernaltas que recarregam a noite
nas madeixas negro brilhante da morena
- morena na mulher e na geologia
na terra e na água que engrossa o mato
onde o mato é Mato Grosso
na voz grossa do homem telúrico
- de voz grossa e coração puro como as águas livres
as águas eremitas que correm longe dos homens
- dos homens sem inteligência poética
Tu tuiuiú tuim jabiru mycteria
é ave de longo bico preto
ave que abre as envergadura nas asas dos olhos
que olham a ti tuiuiú que é tu
jabiru mycteria de beleza exuberante
iluminura para os olhos e a mão do artista contemplativo
ó beleza do poeta que voa em ti tuiuiú
ó tuiuiú que és tu
jabiru mycteria
cujo voo abr os olhos para a alva grafada nas penas
e a noite de anum pernalta nas pernas
que plantam a raiz quádrupla em terra
e na água que move os motores da vida
por dentro e por fora das aves
que então voam e navegam naves
Ui! tuiuiú que é o tu
tuiuiú que és tu o tu e o meu eu nas águas
em que nado nada e nadamos
no meu e teu corpo tuiuiú
- tuiuiú que é o tu e o tom das águas
soantes sonantes e consoantes
Tu que é o tu do tuiuiú
é a vida em água e terra em mim e ti
- tu e eu tuiuiú somos
voamos amamos e vivemos
pela ponte interativa do tu e do eu no tu do tuiuiú
e todos os tu fora da geometria que desenha o tuiuiú
em outro ser de terra e água
outro ego em Adão contra o qual faço guerra por terra e água
e em Eva que amo para tirar terra e água do ventre dela
na girândola dos demônios Íncubos e Súcubos
que amam e batalham nos homens
sempre plantados na terra da guerra declarada a Adão
pelo amor declarado à Eva
domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
WIKDICIONÁRIO PARADIGMA : PARADIGMA WIKDICIONÁRIO
(Wikdiconário paradigma : paradigma wikdicionário paradigmawikdicionario wikdicionarioparadigma paradigma wikdicionario paradigma-wikdicionario wikdicionario-paradigma )
Sou um ermitão a léguas de outro ser humano inteligente /
Nunca tinha visto um ser humano plenamente inteligente /
somente conhecia os estúpidos demais para se aperceberem de algo /
até que apareceu uma eremita /
e quase acabou com minha solidão /
Mas eremitas não se casam /
Não, não se casam porque isso é o o ocaso do eremita /
o casamento e o ocaso do ermitão /
o primeiro elo da cadeia social que amarra todos a todos /
pelos tênues e ilusórios laços do equivocado amor cristão /
o amor de Romeu e Julieta é o paradigma dessa estupidez cristã /
que desmontou a paixão grega /
a relação entre o homem e a mulher entre judeus e árabes /
povos regidos pelo Tanakh e pelo Alcorão /
que são mais sábios e realistas /
que a estupidez da filosofia cínica-estóica-cristã /
que legou ao amor a administração dos negócios da paixão /
e não a vivência real e fática da paixão sem Cristo ao meio /
para intermediar esse comércio e escambo de fêmeas /
que rebaixou a mulher de prostituta sagrada à objeto de mercancia /
lançandoa-a, destarte, com Satã ao meretrício baixo do cristianismo /
e seu posterior desenvolvimento em capitalismo /
sua forma plena e acabada dada pelo puritanismo/
( o cristianismo sujou o pensamento de séculos e séculos, amém!) /
Acaso ficam enamorados ou noivos ?! /
Se sim é no sinal dos caminhos /
no encontro anual do ermitão e da ermitoa /
no brejo das almas cenobitas /
pelos montes ou nas tebaidas /
onde raro se acha alguém sociável /
( mas também sociável para quê? /
Para travar o diálogo cheio de mentiras /
que é próprio aos estúpidos ? /
( a hipocrisia é uma característica indelével da estupidez )
Para o eremita tudo é novo /
e embora o ermitão seja mais velho que as barbas do tempo /
nunca viram gente igual /
jamais se corresponderam com outro ser humano livre das prisões sociais /
são virgens de hipocrisia /
da pesada máscara de ferro que os atores sociais têm que levar atarraxada na cabeça /
escondendo o rosto e os cabelos /
( na cor amarela das louras ou negros das velhas bruxas não assumidas ? ) /
De mais a mais sou ermitão e preciso de léguas e léguas de solidão /
de alqueires e alqueires de solidão absoluta /
convivendo apenas com gafanhotos aves feras e outras bestas selvagens /
menos perigosas e traiçoeiras que o homem e principalmente a mulher venal /
- a fêmea no exercício de sua venalidade nas relações /
nas relações de fato entre o homem e a mulher /
que é a relação de macho e fêmea /
mediada socialmente pelas moedas de troca do amor /
que não existe senão simbolicamente no malogro sexual oferecido pelo cristianismo /
ou pela moeda local ou em dólar que é o caso mais comum /
numa sociedade cujos deuses é o consumo e o dinheiro obviamente /
( Por essa falta de imediatez e de relação entre indivíduos no sexo /
que é o diálogo pleno entre o homem e a mulher /
diálogo proibido sem o contrato social sexual antes avençado /
como uma espécie de pacto ante-nupcial /
é por isso que somos tão frustrados sexualmente /
embora ignoremos essa frustração /
porquanto quase não fazemos sexo /
mesmo estando no lar de um matrimônio muito fotografado e festejado /
mas que depois da festa ficou apenas com a ressaca da bebedeira /
e o pecado capital da gula dos glutões noivos e convidados /
e isso nos faz animais infelizes ) /
Para fugir a essa sociedade onde os pés estão nos grilhões /
as mãos amarradas com ferros no frio ergástulo /
preciso de eterna solidão /
de solidão que me permita existir /
mesmo sem sexo comprado /
Prefiro de terras livres para plantar meu silêncio /
no bosque semear meu ser pelas matas virgens de pés sujos /
na floresta abrir minhas flores com paixão /
e nas campinas buscar as ervas livres como "filósofas cínicas" /
a rir da miséria sexual e social dos homens e mulheres /
que estão proibidos de ser até o que são em natural /
que entretanto aceitam essa proibição porque escolheram ser escravas /
ó lindas borboletas amarelas voejando lépidas e volúveis sobre todo o herbáceo /
ó flores amarelas sem medo sobre os muros das casas dos loucos e dos poetas solitários /
algum ermitão que emigrou para a cidade /
e mora numa casa louca que parece casa de algum louco eremita solitário /
longe da grei mefítica de cordeiros coxos capríneos cegos muares sem poema /
- sem poesia de Drummod de Andrade para " Mulinha do Leite" /
que mora no tempo em pó guardada no cemitério /
e nos genes do poeta que nunca mais voltará em espectro eletromagnético /
mas tão-só na carne dos parentes /
que sempre é carne, porém nem sempre boa e verde carne crua de homem do campo /
Quero ver o campo de amapolas plantado por Monet /
em natureza bem viva e cercado pelo carrossel das abelhas /
o olhar do girassol /
porque amapolas de Monet têm a paixão de Monet /
não a paixão mais simples e natural das flores /
e o ermitão precisa de companhia inteligente /
mesmo que não o entenda como uma mulher /
ou um amigo à flor da pele /
mas que seja fiel e direto na relação /
na relação do eremita e flor do campo /
ermitão e ave canora alba mar riacho /
a solidão com a natureza sempre é muito rica e límpida /
como um pobre e esquecido arroio /
que quanto mais esquecido mais límpido corre álacre /
como um terém-terém que no mato tem /
muito terém-terém voando vem /
e pousa na solidão do ermitão /
e da eremita que vivem livres a sua paixão /
- e de sua paixão sem coração pelo ladrão /
O eremita não foge de si e corre ao outro /
não se suicidada por alteridade /
ou pelo amor enjoativo ao próximo /
excepto nos casos de gravidez /
onde se está preenhe do próximo /
filho evento pensamento composição musical artística /
VAN GOGH : O SEMEADOR - VAN GOGH : O SEMEADOR
REFERÊNCIAS : GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, KANDINSKY,BIOGRAFIA, MONET, KANDINSKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, CHAGAL, BIOGRAFIA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, CHAGALL, BIOGRAIFA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, SOLIDÃO, GRILHÕES, PARADIGMA, SOLIDÃO, PARADIGMA, GRILHÕES, PRISÃO, CADEIA, PRISÃO, CADIEA, SOCIEDADE, ESCAMBO, SOCIEDADE, ESCAMBO, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, FILOSOFIIA CÍNICA, ESTÓICA, FEMEAS, FILOSOFIA CÍNICA, ESTÓICA, FÊMEAS, PROSTITUTA, PROSTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCIO, PROSTITUTA, PRSOTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCO, COMÉRCIO DO AMOR, RELAÇÃO, COMÉRICO DO AMOR, RELAÇÃO, SATÃ, MULHR CRISTÃ, CRISTIANISMO, SATÃ, MULHER CRISTÃ, CRISTIANISMO, CRISTÃO, ESTUPIDEZ, PURITANISMO, CAPITALISMO, CRISTÃO, PURITANISMO, ESTUPIDEZ, CAPITALISMO, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, ATARRAXADA, ATARRAXADA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURA, LOIRA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURAS, LOIRAS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, CASAMENTO, GLUTÕES, FESTEJADO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, GLUTÕES, FESTA, CASMENTO, BEBEDEIA, RESSACA, BEBEDEIRA, RESSACA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, ERGÁSTULO, MASMORRA, ERGÁSTULO, MASMORRA, PECADO CAPITAL, BOSQUES, BORBOLETAS, CAMPINAS, PECADO CAPITAL, BOSQUES, CAMPINAS, BORBOLETAS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, LÉPIDAS, LÉPIDAS, VOAR, VOO, VOAR, VOO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, CAPRÍDEOS, CORDEIROS, MUARES, OVINOS, CAPRÍDEOS, MUARES, OVINOS, CORDEIROS, DRUMMOND DE ANDRADE, MULINHA DO LEITE, DRUMMOND DE ANDRDE, MULINHA DO LEITE, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO EQUIVOCADOS, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO, EQUIVOCADOS, EQUÍVOCO, EQUÍVOCO, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, ABSOLUTA, VODKA, ABSOLUT, VODKA ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, BAIKAL, VODCA, VODKA, VODCA, OTTO GRIBEL, GRIEBEL, BAYER, OTTO BAYER, GRIBEL, GRIEBEL, MOTOR OTTO, CARPEAUX, OTTO CARPEAXU, OTTO LARA RESENDE, OTTO, OTTO LARA RESENDE, OTTO DIX, MULLER, OTTO MULLER, DIX, OOTO DIX, MOTOR OTTO GRIBEL, GRIEBEL, GRIBEL VERSUS GRIEBEL, GRIBEL VERSUS BAYER, BAYER VERSUS GRIBEL, OTTO BISMARK, BISMARK OTTO, BISMARK VERSUS GRIBEL, BISMARK VERSUS GRIBEL.
Sou um ermitão a léguas de outro ser humano inteligente /
Nunca tinha visto um ser humano plenamente inteligente /
somente conhecia os estúpidos demais para se aperceberem de algo /
até que apareceu uma eremita /
e quase acabou com minha solidão /
Mas eremitas não se casam /
Não, não se casam porque isso é o o ocaso do eremita /
o casamento e o ocaso do ermitão /
o primeiro elo da cadeia social que amarra todos a todos /
pelos tênues e ilusórios laços do equivocado amor cristão /
o amor de Romeu e Julieta é o paradigma dessa estupidez cristã /
que desmontou a paixão grega /
a relação entre o homem e a mulher entre judeus e árabes /
povos regidos pelo Tanakh e pelo Alcorão /
que são mais sábios e realistas /
que a estupidez da filosofia cínica-estóica-cristã /
que legou ao amor a administração dos negócios da paixão /
e não a vivência real e fática da paixão sem Cristo ao meio /
para intermediar esse comércio e escambo de fêmeas /
que rebaixou a mulher de prostituta sagrada à objeto de mercancia /
lançandoa-a, destarte, com Satã ao meretrício baixo do cristianismo /
e seu posterior desenvolvimento em capitalismo /
sua forma plena e acabada dada pelo puritanismo/
( o cristianismo sujou o pensamento de séculos e séculos, amém!) /
Acaso ficam enamorados ou noivos ?! /
Se sim é no sinal dos caminhos /
no encontro anual do ermitão e da ermitoa /
no brejo das almas cenobitas /
pelos montes ou nas tebaidas /
onde raro se acha alguém sociável /
( mas também sociável para quê? /
Para travar o diálogo cheio de mentiras /
que é próprio aos estúpidos ? /
( a hipocrisia é uma característica indelével da estupidez )
Para o eremita tudo é novo /
e embora o ermitão seja mais velho que as barbas do tempo /
nunca viram gente igual /
jamais se corresponderam com outro ser humano livre das prisões sociais /
são virgens de hipocrisia /
da pesada máscara de ferro que os atores sociais têm que levar atarraxada na cabeça /
escondendo o rosto e os cabelos /
( na cor amarela das louras ou negros das velhas bruxas não assumidas ? ) /
De mais a mais sou ermitão e preciso de léguas e léguas de solidão /
de alqueires e alqueires de solidão absoluta /
convivendo apenas com gafanhotos aves feras e outras bestas selvagens /
menos perigosas e traiçoeiras que o homem e principalmente a mulher venal /
- a fêmea no exercício de sua venalidade nas relações /
nas relações de fato entre o homem e a mulher /
que é a relação de macho e fêmea /
mediada socialmente pelas moedas de troca do amor /
que não existe senão simbolicamente no malogro sexual oferecido pelo cristianismo /
ou pela moeda local ou em dólar que é o caso mais comum /
numa sociedade cujos deuses é o consumo e o dinheiro obviamente /
( Por essa falta de imediatez e de relação entre indivíduos no sexo /
que é o diálogo pleno entre o homem e a mulher /
diálogo proibido sem o contrato social sexual antes avençado /
como uma espécie de pacto ante-nupcial /
é por isso que somos tão frustrados sexualmente /
embora ignoremos essa frustração /
porquanto quase não fazemos sexo /
mesmo estando no lar de um matrimônio muito fotografado e festejado /
mas que depois da festa ficou apenas com a ressaca da bebedeira /
e o pecado capital da gula dos glutões noivos e convidados /
e isso nos faz animais infelizes ) /
Para fugir a essa sociedade onde os pés estão nos grilhões /
as mãos amarradas com ferros no frio ergástulo /
preciso de eterna solidão /
de solidão que me permita existir /
mesmo sem sexo comprado /
Prefiro de terras livres para plantar meu silêncio /
no bosque semear meu ser pelas matas virgens de pés sujos /
na floresta abrir minhas flores com paixão /
e nas campinas buscar as ervas livres como "filósofas cínicas" /
a rir da miséria sexual e social dos homens e mulheres /
que estão proibidos de ser até o que são em natural /
que entretanto aceitam essa proibição porque escolheram ser escravas /
ó lindas borboletas amarelas voejando lépidas e volúveis sobre todo o herbáceo /
ó flores amarelas sem medo sobre os muros das casas dos loucos e dos poetas solitários /
algum ermitão que emigrou para a cidade /
e mora numa casa louca que parece casa de algum louco eremita solitário /
longe da grei mefítica de cordeiros coxos capríneos cegos muares sem poema /
- sem poesia de Drummod de Andrade para " Mulinha do Leite" /
que mora no tempo em pó guardada no cemitério /
e nos genes do poeta que nunca mais voltará em espectro eletromagnético /
mas tão-só na carne dos parentes /
que sempre é carne, porém nem sempre boa e verde carne crua de homem do campo /
Quero ver o campo de amapolas plantado por Monet /
em natureza bem viva e cercado pelo carrossel das abelhas /
o olhar do girassol /
porque amapolas de Monet têm a paixão de Monet /
não a paixão mais simples e natural das flores /
e o ermitão precisa de companhia inteligente /
mesmo que não o entenda como uma mulher /
ou um amigo à flor da pele /
mas que seja fiel e direto na relação /
na relação do eremita e flor do campo /
ermitão e ave canora alba mar riacho /
a solidão com a natureza sempre é muito rica e límpida /
como um pobre e esquecido arroio /
que quanto mais esquecido mais límpido corre álacre /
como um terém-terém que no mato tem /
muito terém-terém voando vem /
e pousa na solidão do ermitão /
e da eremita que vivem livres a sua paixão /
- e de sua paixão sem coração pelo ladrão /
O eremita não foge de si e corre ao outro /
não se suicidada por alteridade /
ou pelo amor enjoativo ao próximo /
excepto nos casos de gravidez /
onde se está preenhe do próximo /
filho evento pensamento composição musical artística /
VAN GOGH : O SEMEADOR - VAN GOGH : O SEMEADOR
REFERÊNCIAS : GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, KANDINSKY,BIOGRAFIA, MONET, KANDINSKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, CHAGAL, BIOGRAFIA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, CHAGALL, BIOGRAIFA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, SOLIDÃO, GRILHÕES, PARADIGMA, SOLIDÃO, PARADIGMA, GRILHÕES, PRISÃO, CADEIA, PRISÃO, CADIEA, SOCIEDADE, ESCAMBO, SOCIEDADE, ESCAMBO, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, FILOSOFIIA CÍNICA, ESTÓICA, FEMEAS, FILOSOFIA CÍNICA, ESTÓICA, FÊMEAS, PROSTITUTA, PROSTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCIO, PROSTITUTA, PRSOTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCO, COMÉRCIO DO AMOR, RELAÇÃO, COMÉRICO DO AMOR, RELAÇÃO, SATÃ, MULHR CRISTÃ, CRISTIANISMO, SATÃ, MULHER CRISTÃ, CRISTIANISMO, CRISTÃO, ESTUPIDEZ, PURITANISMO, CAPITALISMO, CRISTÃO, PURITANISMO, ESTUPIDEZ, CAPITALISMO, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, ATARRAXADA, ATARRAXADA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURA, LOIRA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURAS, LOIRAS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, CASAMENTO, GLUTÕES, FESTEJADO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, GLUTÕES, FESTA, CASMENTO, BEBEDEIA, RESSACA, BEBEDEIRA, RESSACA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, ERGÁSTULO, MASMORRA, ERGÁSTULO, MASMORRA, PECADO CAPITAL, BOSQUES, BORBOLETAS, CAMPINAS, PECADO CAPITAL, BOSQUES, CAMPINAS, BORBOLETAS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, LÉPIDAS, LÉPIDAS, VOAR, VOO, VOAR, VOO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, CAPRÍDEOS, CORDEIROS, MUARES, OVINOS, CAPRÍDEOS, MUARES, OVINOS, CORDEIROS, DRUMMOND DE ANDRADE, MULINHA DO LEITE, DRUMMOND DE ANDRDE, MULINHA DO LEITE, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO EQUIVOCADOS, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO, EQUIVOCADOS, EQUÍVOCO, EQUÍVOCO, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, ABSOLUTA, VODKA, ABSOLUT, VODKA ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, BAIKAL, VODCA, VODKA, VODCA, OTTO GRIBEL, GRIEBEL, BAYER, OTTO BAYER, GRIBEL, GRIEBEL, MOTOR OTTO, CARPEAUX, OTTO CARPEAXU, OTTO LARA RESENDE, OTTO, OTTO LARA RESENDE, OTTO DIX, MULLER, OTTO MULLER, DIX, OOTO DIX, MOTOR OTTO GRIBEL, GRIEBEL, GRIBEL VERSUS GRIEBEL, GRIBEL VERSUS BAYER, BAYER VERSUS GRIBEL, OTTO BISMARK, BISMARK OTTO, BISMARK VERSUS GRIBEL, BISMARK VERSUS GRIBEL.
WIKIPÉDIA ERMITÃO : ERMITÃO WIKIPÉDIA
(Wikipédia ermitão : ermitão wikipédia ermitãowikipedia wikipediaermitão wikipediaermitãowikpedia wikipedia-ermitão ermitão-wikipedia wikipedia ermitão wikipedia )
Sou um ermitão a léguas de outro ser humano inteligente /
Nunca tinha visto um ser humano plenamente inteligente /
somente conhecia os estúpidos demais para se aperceberem de algo /
até que apareceu uma eremita /
e quase acabou com minha solidão /
Mas eremitas não se casam /
Não, não se casam porque isso é o o ocaso do eremita /
o casamento e o ocaso do ermitão /
o primeiro elo da cadeia social que amarra todos a todos /
pelos tênues e ilusórios laços do equivocado amor cristão /
o amor de Romeu e Julieta é o paradigma dessa estupidez cristã /
que desmontou a paixão grega /
a relação entre o homem e a mulher entre judeus e árabes /
povos regidos pelo Tanakh e pelo Alcorão /
que são mais sábios e realistas /
que a estupidez da filosofia cínica-estóica-cristã /
que legou ao amor a administração dos negócios da paixão /
e não a vivência real e fática da paixão sem Cristo ao meio /
para intermediar esse comércio e escambo de fêmeas /
que rebaixou a mulher de prostituta sagrada à objeto de mercancia /
lançandoa-a, destarte, com Satã ao meretrício baixo do cristianismo /
e seu posterior desenvolvimento em capitalismo /
sua forma plena e acabada dada pelo puritanismo/
( o cristianismo sujou o pensamento de séculos e séculos, amém!) /
Acaso ficam enamorados ou noivos ?! /
Se sim é no sinal dos caminhos /
no encontro anual do ermitão e da ermitoa /
no brejo das almas cenobitas /
pelos montes ou nas tebaidas /
onde raro se acha alguém sociável /
( mas também sociável para quê? /
Para travar o diálogo cheio de mentiras /
que é próprio aos estúpidos ? /
( a hipocrisia é uma característica indelével da estupidez )
Para o eremita tudo é novo /
e embora o ermitão seja mais velho que as barbas do tempo /
nunca viram gente igual /
jamais se corresponderam com outro ser humano livre das prisões sociais /
são virgens de hipocrisia /
da pesada máscara de ferro que os atores sociais têm que levar atarraxada na cabeça /
escondendo o rosto e os cabelos /
( na cor amarela das louras ou negros das velhas bruxas não assumidas ? ) /
De mais a mais sou ermitão e preciso de léguas e léguas de solidão /
de alqueires e alqueires de solidão absoluta /
convivendo apenas com gafanhotos aves feras e outras bestas selvagens /
menos perigosas e traiçoeiras que o homem e principalmente a mulher venal /
- a fêmea no exercício de sua venalidade nas relações /
nas relações de fato entre o homem e a mulher /
que é a relação de macho e fêmea /
mediada socialmente pelas moedas de troca do amor /
que não existe senão simbolicamente no malogro sexual oferecido pelo cristianismo /
ou pela moeda local ou em dólar que é o caso mais comum /
numa sociedade cujos deuses é o consumo e o dinheiro obviamente /
( Por essa falta de imediatez e de relação entre indivíduos no sexo /
que é o diálogo pleno entre o homem e a mulher /
diálogo proibido sem o contrato social sexual antes avençado /
como uma espécie de pacto ante-nupcial /
é por isso que somos tão frustrados sexualmente /
embora ignoremos essa frustração /
porquanto quase não fazemos sexo /
mesmo estando no lar de um matrimônio muito fotografado e festejado /
mas que depois da festa ficou apenas com a ressaca da bebedeira /
e o pecado capital da gula dos glutões noivos e convidados /
e isso nos faz animais infelizes ) /
Para fugir a essa sociedade onde os pés estão nos grilhões /
as mãos amarradas com ferros no frio ergástulo /
preciso de eterna solidão /
de solidão que me permita existir /
mesmo sem sexo comprado /
Prefiro de terras livres para plantar meu silêncio /
no bosque semear meu ser pelas matas virgens de pés sujos /
na floresta abrir minhas flores com paixão /
e nas campinas buscar as ervas livres como "filósofas cínicas" /
a rir da miséria sexual e social dos homens e mulheres /
que estão proibidos de ser até o que são em natural /
que entretanto aceitam essa proibição porque escolheram ser escravas /
ó lindas borboletas amarelas voejando lépidas e volúveis sobre todo o herbáceo /
ó flores amarelas sem medo sobre os muros das casas dos loucos e dos poetas solitários /
algum ermitão que emigrou para a cidade /
e mora numa casa louca que parece casa de algum louco eremita solitário /
longe da grei mefítica de cordeiros coxos capríneos cegos muares sem poema /
- sem poesia de Drummod de Andrade para " Mulinha do Leite" /
que mora no tempo em pó guardada no cemitério /
e nos genes do poeta que nunca mais voltará em espectro eletromagnético /
mas tão-só na carne dos parentes /
que sempre é carne, porém nem sempre boa e verde carne crua de homem do campo /
Quero ver o campo de amapolas plantado por Monet /
em natureza bem viva e cercado pelo carrossel das abelhas /
o olhar do girassol /
porque amapolas de Monet têm a paixão de Monet /
não a paixão mais simples e natural das flores /
e o ermitão precisa de companhia inteligente /
mesmo que não o entenda como uma mulher /
ou um amigo à flor da pele /
mas que seja fiel e direto na relação /
na relação do eremita e flor do campo /
ermitão e ave canora alba mar riacho /
a solidão com a natureza sempre é muito rica e límpida /
como um pobre e esquecido arroio /
que quanto mais esquecido mais límpido corre álacre /
como um terém-terém que no mato tem /
muito terém-terém voando vem /
e pousa na solidão do ermitão /
e da eremita que vivem livres a sua paixão /
- e de sua paixão sem coração pelo ladrão /
O eremita não foge de si e corre ao outro /
não se suicidada por alteridade /
ou pelo amor enjoativo ao próximo /
excepto nos casos de gravidez /
onde se está preenhe do próximo /
filho evento pensamento composição musical artística /
VAN GOGH : O SEMEADOR - VAN GOGH : O SEMEADOR
REFERÊNCIAS : GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, KANDINSKY,BIOGRAFIA, MONET, KANDINSKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, CHAGAL, BIOGRAFIA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, CHAGALL, BIOGRAIFA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, SOLIDÃO, GRILHÕES, PARADIGMA, SOLIDÃO, PARADIGMA, GRILHÕES, PRISÃO, CADEIA, PRISÃO, CADIEA, SOCIEDADE, ESCAMBO, SOCIEDADE, ESCAMBO, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, FILOSOFIIA CÍNICA, ESTÓICA, FEMEAS, FILOSOFIA CÍNICA, ESTÓICA, FÊMEAS, PROSTITUTA, PROSTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCIO, PROSTITUTA, PRSOTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCO, COMÉRCIO DO AMOR, RELAÇÃO, COMÉRICO DO AMOR, RELAÇÃO, SATÃ, MULHR CRISTÃ, CRISTIANISMO, SATÃ, MULHER CRISTÃ, CRISTIANISMO, CRISTÃO, ESTUPIDEZ, PURITANISMO, CAPITALISMO, CRISTÃO, PURITANISMO, ESTUPIDEZ, CAPITALISMO, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, ATARRAXADA, ATARRAXADA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURA, LOIRA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURAS, LOIRAS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, CASAMENTO, GLUTÕES, FESTEJADO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, GLUTÕES, FESTA, CASMENTO, BEBEDEIA, RESSACA, BEBEDEIRA, RESSACA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, ERGÁSTULO, MASMORRA, ERGÁSTULO, MASMORRA, PECADO CAPITAL, BOSQUES, BORBOLETAS, CAMPINAS, PECADO CAPITAL, BOSQUES, CAMPINAS, BORBOLETAS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, LÉPIDAS, LÉPIDAS, VOAR, VOO, VOAR, VOO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, CAPRÍDEOS, CORDEIROS, MUARES, OVINOS, CAPRÍDEOS, MUARES, OVINOS, CORDEIROS, DRUMMOND DE ANDRADE, MULINHA DO LEITE, DRUMMOND DE ANDRDE, MULINHA DO LEITE, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO EQUIVOCADOS, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO, EQUIVOCADOS, EQUÍVOCO, EQUÍVOCO, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, ABSOLUTA, VODKA, ABSOLUT, VODKA ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, BAIKAL, VODCA, VODKA, VODCA, OTTO GRIBEL, GRIEBEL, BAYER, OTTO BAYER, GRIBEL, GRIEBEL, MOTOR OTTO, CARPEAUX, OTTO CARPEAXU, OTTO LARA RESENDE, OTTO, OTTO LARA RESENDE, OTTO DIX, MULLER, OTTO MULLER, DIX, OOTO DIX, MOTOR OTTO GRIBEL, GRIEBEL, GRIBEL VERSUS GRIEBEL, GRIBEL VERSUS BAYER, BAYER VERSUS GRIBEL, OTTO BISMARK, BISMARK OTTO, BISMARK VERSUS GRIBEL, BISMARK VERSUS GRIBEL.
Sou um ermitão a léguas de outro ser humano inteligente /
Nunca tinha visto um ser humano plenamente inteligente /
somente conhecia os estúpidos demais para se aperceberem de algo /
até que apareceu uma eremita /
e quase acabou com minha solidão /
Mas eremitas não se casam /
Não, não se casam porque isso é o o ocaso do eremita /
o casamento e o ocaso do ermitão /
o primeiro elo da cadeia social que amarra todos a todos /
pelos tênues e ilusórios laços do equivocado amor cristão /
o amor de Romeu e Julieta é o paradigma dessa estupidez cristã /
que desmontou a paixão grega /
a relação entre o homem e a mulher entre judeus e árabes /
povos regidos pelo Tanakh e pelo Alcorão /
que são mais sábios e realistas /
que a estupidez da filosofia cínica-estóica-cristã /
que legou ao amor a administração dos negócios da paixão /
e não a vivência real e fática da paixão sem Cristo ao meio /
para intermediar esse comércio e escambo de fêmeas /
que rebaixou a mulher de prostituta sagrada à objeto de mercancia /
lançandoa-a, destarte, com Satã ao meretrício baixo do cristianismo /
e seu posterior desenvolvimento em capitalismo /
sua forma plena e acabada dada pelo puritanismo/
( o cristianismo sujou o pensamento de séculos e séculos, amém!) /
Acaso ficam enamorados ou noivos ?! /
Se sim é no sinal dos caminhos /
no encontro anual do ermitão e da ermitoa /
no brejo das almas cenobitas /
pelos montes ou nas tebaidas /
onde raro se acha alguém sociável /
( mas também sociável para quê? /
Para travar o diálogo cheio de mentiras /
que é próprio aos estúpidos ? /
( a hipocrisia é uma característica indelével da estupidez )
Para o eremita tudo é novo /
e embora o ermitão seja mais velho que as barbas do tempo /
nunca viram gente igual /
jamais se corresponderam com outro ser humano livre das prisões sociais /
são virgens de hipocrisia /
da pesada máscara de ferro que os atores sociais têm que levar atarraxada na cabeça /
escondendo o rosto e os cabelos /
( na cor amarela das louras ou negros das velhas bruxas não assumidas ? ) /
De mais a mais sou ermitão e preciso de léguas e léguas de solidão /
de alqueires e alqueires de solidão absoluta /
convivendo apenas com gafanhotos aves feras e outras bestas selvagens /
menos perigosas e traiçoeiras que o homem e principalmente a mulher venal /
- a fêmea no exercício de sua venalidade nas relações /
nas relações de fato entre o homem e a mulher /
que é a relação de macho e fêmea /
mediada socialmente pelas moedas de troca do amor /
que não existe senão simbolicamente no malogro sexual oferecido pelo cristianismo /
ou pela moeda local ou em dólar que é o caso mais comum /
numa sociedade cujos deuses é o consumo e o dinheiro obviamente /
( Por essa falta de imediatez e de relação entre indivíduos no sexo /
que é o diálogo pleno entre o homem e a mulher /
diálogo proibido sem o contrato social sexual antes avençado /
como uma espécie de pacto ante-nupcial /
é por isso que somos tão frustrados sexualmente /
embora ignoremos essa frustração /
porquanto quase não fazemos sexo /
mesmo estando no lar de um matrimônio muito fotografado e festejado /
mas que depois da festa ficou apenas com a ressaca da bebedeira /
e o pecado capital da gula dos glutões noivos e convidados /
e isso nos faz animais infelizes ) /
Para fugir a essa sociedade onde os pés estão nos grilhões /
as mãos amarradas com ferros no frio ergástulo /
preciso de eterna solidão /
de solidão que me permita existir /
mesmo sem sexo comprado /
Prefiro de terras livres para plantar meu silêncio /
no bosque semear meu ser pelas matas virgens de pés sujos /
na floresta abrir minhas flores com paixão /
e nas campinas buscar as ervas livres como "filósofas cínicas" /
a rir da miséria sexual e social dos homens e mulheres /
que estão proibidos de ser até o que são em natural /
que entretanto aceitam essa proibição porque escolheram ser escravas /
ó lindas borboletas amarelas voejando lépidas e volúveis sobre todo o herbáceo /
ó flores amarelas sem medo sobre os muros das casas dos loucos e dos poetas solitários /
algum ermitão que emigrou para a cidade /
e mora numa casa louca que parece casa de algum louco eremita solitário /
longe da grei mefítica de cordeiros coxos capríneos cegos muares sem poema /
- sem poesia de Drummod de Andrade para " Mulinha do Leite" /
que mora no tempo em pó guardada no cemitério /
e nos genes do poeta que nunca mais voltará em espectro eletromagnético /
mas tão-só na carne dos parentes /
que sempre é carne, porém nem sempre boa e verde carne crua de homem do campo /
Quero ver o campo de amapolas plantado por Monet /
em natureza bem viva e cercado pelo carrossel das abelhas /
o olhar do girassol /
porque amapolas de Monet têm a paixão de Monet /
não a paixão mais simples e natural das flores /
e o ermitão precisa de companhia inteligente /
mesmo que não o entenda como uma mulher /
ou um amigo à flor da pele /
mas que seja fiel e direto na relação /
na relação do eremita e flor do campo /
ermitão e ave canora alba mar riacho /
a solidão com a natureza sempre é muito rica e límpida /
como um pobre e esquecido arroio /
que quanto mais esquecido mais límpido corre álacre /
como um terém-terém que no mato tem /
muito terém-terém voando vem /
e pousa na solidão do ermitão /
e da eremita que vivem livres a sua paixão /
- e de sua paixão sem coração pelo ladrão /
O eremita não foge de si e corre ao outro /
não se suicidada por alteridade /
ou pelo amor enjoativo ao próximo /
excepto nos casos de gravidez /
onde se está preenhe do próximo /
filho evento pensamento composição musical artística /
VAN GOGH : O SEMEADOR - VAN GOGH : O SEMEADOR
REFERÊNCIAS : GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, PAIXÃO, CANORA, MONET, KANDINSKY,BIOGRAFIA, MONET, KANDINSKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, ERMITÃO, EREMITA, CHAGAL, BIOGRAFIA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, CHAGALL, BIOGRAIFA, INTELIGENTES, ESTÚPIDOS, SOLIDÃO, GRILHÕES, PARADIGMA, SOLIDÃO, PARADIGMA, GRILHÕES, PRISÃO, CADEIA, PRISÃO, CADIEA, SOCIEDADE, ESCAMBO, SOCIEDADE, ESCAMBO, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, TANAKH, ALCORÃO, ROMEU E JULIETA, FILOSOFIIA CÍNICA, ESTÓICA, FEMEAS, FILOSOFIA CÍNICA, ESTÓICA, FÊMEAS, PROSTITUTA, PROSTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCIO, PROSTITUTA, PRSOTITUIÇÃO SAGRADA, MERCANCIA, MERETRÍCO, COMÉRCIO DO AMOR, RELAÇÃO, COMÉRICO DO AMOR, RELAÇÃO, SATÃ, MULHR CRISTÃ, CRISTIANISMO, SATÃ, MULHER CRISTÃ, CRISTIANISMO, CRISTÃO, ESTUPIDEZ, PURITANISMO, CAPITALISMO, CRISTÃO, PURITANISMO, ESTUPIDEZ, CAPITALISMO, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, ADMINISTRAÇÃO, NEGÓCIOS, POVOS, SÁBIOS, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, OCASO, ACASO, CENOBITAS, ERMITOA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, HIPOCRISIA, MÁSCARA DE FERRO, BRUXA, ATARRAXADA, ATARRAXADA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURA, LOIRA, TEBAIDA, BARBAS, CABELOS, LOURAS, LOIRAS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, LÉGUAS, ALQUEIRES, GAFANHOTOS, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, AVES, FERAS, BESTAS, ABSOLUTA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MULHER VENAL, VENALIDADE, MACHO E FÊMEA, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, MOEDA, DINHEIRO, DÓLAR, TROCA, SEXO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, CASAMENTO, GLUTÕES, FESTEJADO, FOTOGRAFADO, NOIVOS, GLUTÕES, FESTA, CASMENTO, BEBEDEIA, RESSACA, BEBEDEIRA, RESSACA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, SEXUAL, PACTO ANTE-NUPCIAL, FESTA, ERGÁSTULO, MASMORRA, ERGÁSTULO, MASMORRA, PECADO CAPITAL, BOSQUES, BORBOLETAS, CAMPINAS, PECADO CAPITAL, BOSQUES, CAMPINAS, BORBOLETAS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, MISÉRIA SEXUAL, MATAS VIRGENS, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, VOEJANDO, VOEJAR, VOLÚVEIS, VOLÚVEL, LÉPIDAS, LÉPIDAS, VOAR, VOO, VOAR, VOO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, MATRIMÔNIO, HERBÁCEO, MEDO, CAPRÍDEOS, CORDEIROS, MUARES, OVINOS, CAPRÍDEOS, MUARES, OVINOS, CORDEIROS, DRUMMOND DE ANDRADE, MULINHA DO LEITE, DRUMMOND DE ANDRDE, MULINHA DO LEITE, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, MULA, CEMITÉRIO, PARENTES, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, CAMPO, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, AMAPOLAS, CARROSSEL, TERÉM-TERÉM, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO EQUIVOCADOS, TÊNUES, ILUSÓRIOS, ILUSÃO, EQUIVOCADOS, EQUÍVOCO, EQUÍVOCO, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, PARADIGMA, ARROIO, LÍMPIDO, LÍMPIDA, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, ABELHAS, ÁLACRES, RIACHOS, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, VOANDO, LADRÃO, CORAÇÃO, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, GRAVIDEZ, PRÓXIMO, PREENHE, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, ABSOLUTA, VODKA, ABSOLUT, VODKA ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, BAIKAL, VODCA, VODKA, VODCA, OTTO GRIBEL, GRIEBEL, BAYER, OTTO BAYER, GRIBEL, GRIEBEL, MOTOR OTTO, CARPEAUX, OTTO CARPEAXU, OTTO LARA RESENDE, OTTO, OTTO LARA RESENDE, OTTO DIX, MULLER, OTTO MULLER, DIX, OOTO DIX, MOTOR OTTO GRIBEL, GRIEBEL, GRIBEL VERSUS GRIEBEL, GRIBEL VERSUS BAYER, BAYER VERSUS GRIBEL, OTTO BISMARK, BISMARK OTTO, BISMARK VERSUS GRIBEL, BISMARK VERSUS GRIBEL.
WIKDICIONÁRIO ANDARILHO :ANDARILHO WIKDICIONÁRIO
(Wikdicionário andarilho : andarilho wikdicionário andarilhowikdicionario wikdicionarioandarilho wikdicionario-andarilho andarilho-wikdicionario )
Estou em paz quando minha companhia me basta
quando não preciso de ninguém
e a solidão se espalhando pelos em folhas caminhos
por onde ando andarilho
a pé no ermo descampado
- no ermo em que erro
vou errante judeu
arameu
Eu sou o que sou eu
um deserto hebreu
caminhante indo avante em busca do oásis
peregrino ateu
do amor teu
Não levo besta nem Apocalipse
somente levo eu
com minha alma de ateu
e tudo o que é meu
- o amor que Deus me deu
Estou em paz quando minha companhia me basta
quando não preciso de ninguém
e a solidão se espalhando pelos em folhas caminhos
por onde ando andarilho
a pé no ermo descampado
- no ermo em que erro
vou errante judeu
arameu
Eu sou o que sou eu
um deserto hebreu
caminhante indo avante em busca do oásis
peregrino ateu
do amor teu
Não levo besta nem Apocalipse
somente levo eu
com minha alma de ateu
e tudo o que é meu
- o amor que Deus me deu
WIKDICIONÁRIO SIGNO : SIGNO WIKDICIONÁRIO
(Wikdicionário signo : signo wikdicionário signowikdicionario wikdicionariosigno wikdicionario-signo signo-wikdicionario wikdicionariosignowikdcionario signo wikdicionario )
O mito é ato
- puro ato que vem do sonho
e não desce à realidade senão em signos que o assinalam nas artes
(ato vem antes do teatro
- teatro de homens e signos )
Obras de arte são sonhos com meia lua de realidade
luas em quarto minguante ou crescente
- crescente para terras indo à cavaleiro da Mesopotâmia do Crescente Fértil
luas que cabem num olho de anum
mas não na mesma gare da memória
A mitologia é o mito escrito
o mito no "logos" dos mitólogos
que ontem eram poetas Homero e Hesíodo
e hoje tem pai na história de Heródoto
( a história é o tecido de signos sobre o narrado na fala
a tradição que vem com a voz no vento
e depois é fixada em pedra de signos
no tempo da escrita que a narra sem voz
a nós que ouvíamos com os ouvidos
e passamos a ouvir com os olhos que lêem
que é a nova maneira de ouvir
cheirar sentir a textura
enfim os novos métodos para exercer os sentidos virtualizados )
O mito não sai das terras longas da poesia
e do sonho que é o arroio da poesia
- o mito é ato de poesia
ato poético que produz a filosofia
pensamento filosófico que vai ao mundo
porém não se fixa nele
senão através das alienações
que já não são mais atos
porém fatos sujos de vida
enxovalhados pela vida social
que industrializa sonhos
transformando-os de atos em fatos
através da indústria extrativa onírica
que entra na mina do sonho
extraindo o filão de atos que só existe lá
nas minas gerais de atos
(atos são ações e fatos reações )
Ato é pensamento humano
ação no teatro do córtex cerebral
onde se aloja o anfiteatro onírico
no qual os dramas são escritos durante o sono
constituindo o tempo de sono
que é em substância o tempo
tecido por sonhos no cérebro
que faz o retorno ao jardim da infância
e quiçá ao ventre materno
fonte do arquétipo da paz
e do amor em leite de mãe e mel derramado na paz
- na paz de pomba
O mito é ato
- puro ato que vem do sonho
e não desce à realidade senão em signos que o assinalam nas artes
(ato vem antes do teatro
- teatro de homens e signos )
Obras de arte são sonhos com meia lua de realidade
luas em quarto minguante ou crescente
- crescente para terras indo à cavaleiro da Mesopotâmia do Crescente Fértil
luas que cabem num olho de anum
mas não na mesma gare da memória
A mitologia é o mito escrito
o mito no "logos" dos mitólogos
que ontem eram poetas Homero e Hesíodo
e hoje tem pai na história de Heródoto
( a história é o tecido de signos sobre o narrado na fala
a tradição que vem com a voz no vento
e depois é fixada em pedra de signos
no tempo da escrita que a narra sem voz
a nós que ouvíamos com os ouvidos
e passamos a ouvir com os olhos que lêem
que é a nova maneira de ouvir
cheirar sentir a textura
enfim os novos métodos para exercer os sentidos virtualizados )
O mito não sai das terras longas da poesia
e do sonho que é o arroio da poesia
- o mito é ato de poesia
ato poético que produz a filosofia
pensamento filosófico que vai ao mundo
porém não se fixa nele
senão através das alienações
que já não são mais atos
porém fatos sujos de vida
enxovalhados pela vida social
que industrializa sonhos
transformando-os de atos em fatos
através da indústria extrativa onírica
que entra na mina do sonho
extraindo o filão de atos que só existe lá
nas minas gerais de atos
(atos são ações e fatos reações )
Ato é pensamento humano
ação no teatro do córtex cerebral
onde se aloja o anfiteatro onírico
no qual os dramas são escritos durante o sono
constituindo o tempo de sono
que é em substância o tempo
tecido por sonhos no cérebro
que faz o retorno ao jardim da infância
e quiçá ao ventre materno
fonte do arquétipo da paz
e do amor em leite de mãe e mel derramado na paz
- na paz de pomba
WIKDICONÁRIO ONÍRICO : ONÍRICO WIKDICIONÁRIO
(Wikdicionário onírico : onírico wikdiconário oníricowikdiconario wikdicionarioonirico wikdicionario-onírico onírico-wikdicionario onírico wikdicionario onírico wikidicionario )
A mulher que amo
está dentro de mim
toda molhada no líquido onírico
imersa no mar que é o sonho
- o sangue é nosso mar vermelho de eritrócitos
A mulher que vive dentro de mim
é uma mulher em equação algébrica
existente somente na mente simbolista
portanto ela não pisa na grama da praça
não por ser anacoreta
porém porque vive do que vivo
e morre do que morro
Ela dorme e sonha dentro do meu corpo
como o feto da criança que nascerá
Porém ela não nascerá
ficará feto eterno no ventre a sonhar
- a sonhar com o quê?
Com o que sonhava o recém-nascido antes de nascer?
Se sono é sonho o feto sonha
desde que o cérebro esteja pronto para sonhar
que o cérebro é máquina de sonho
produz mil e uma noites em Hollywood
pois sonhar é poesia dos melhores poetas
poesia das Mil e uma Noites
de anum a anum
( noite é anu-preto )
Por vezes me engano e imagino que é ela
- ela : a mulher amada ingêntica
que fugiu num aborto de meu sonho
e veio parar no mundo
na bela mulher que surge de chofre
de dentro do ovo da graça e da beleza
que se aninham num corpo feminino
todo graça e meiguice e feminilidade
- todo poesia romântica
Entretanto logo percebo que isso é impossível
- impossível sermos dois
porque somos um
- um num só corpo
Somos inseparáveis
gêmeos siameses
A mulher que amo
está dentro de mim
toda molhada no líquido onírico
imersa no mar que é o sonho
- o sangue é nosso mar vermelho de eritrócitos
A mulher que vive dentro de mim
é uma mulher em equação algébrica
existente somente na mente simbolista
portanto ela não pisa na grama da praça
não por ser anacoreta
porém porque vive do que vivo
e morre do que morro
Ela dorme e sonha dentro do meu corpo
como o feto da criança que nascerá
Porém ela não nascerá
ficará feto eterno no ventre a sonhar
- a sonhar com o quê?
Com o que sonhava o recém-nascido antes de nascer?
Se sono é sonho o feto sonha
desde que o cérebro esteja pronto para sonhar
que o cérebro é máquina de sonho
produz mil e uma noites em Hollywood
pois sonhar é poesia dos melhores poetas
poesia das Mil e uma Noites
de anum a anum
( noite é anu-preto )
Por vezes me engano e imagino que é ela
- ela : a mulher amada ingêntica
que fugiu num aborto de meu sonho
e veio parar no mundo
na bela mulher que surge de chofre
de dentro do ovo da graça e da beleza
que se aninham num corpo feminino
todo graça e meiguice e feminilidade
- todo poesia romântica
Entretanto logo percebo que isso é impossível
- impossível sermos dois
porque somos um
- um num só corpo
Somos inseparáveis
gêmeos siameses
WIKDICIONÁRIO ANATOMIA : ANATOMIA WIKDICIONÁRIO
(Wikdicionário anatomia : anatomia wikdicionário anatomiawikdicionario wikdicionarioanatomia wikdicionario-anatomia anatomia-wikdicionario wikidicionarioanatomiawikdicionario )
O pensamento da natureza é o tempo
que a natureza grafa em língua matemática
que é língua-logos da física
que fala do tempo
pensamento natural livre de cérebros
fenomenologia do ser livre do pensar limitado ao cérebro
neurônios e sinapses
A natureza tem um sistema vegetativo de pensar
que ela passa geneticamente ao profeta e posteriormente ao poeta
- o poeta é o filho do profeta na civilização
arrasta sua carga vegetal e cultural
para que dela bebam o filósofo e o cientista
e os diversos engenheiros que perambulam pela erudição
Os gregos do pensar pré-socrático
somente pensavam e falavam em física
para todo o "logos" sobre a natureza diziam "física"
quer seja para designar a natureza externa
ou a natureza formada com a idéia
que é a fenomenologia do pensamento
posteriormente denominada metafísica por um compilador do filósofo
- do filósofo Aristóteles de Estagira
o estagirita que postulou no logos a lógica em silogismo
operando metafísica no logos
enquanto assassinava Sócrates em silogismo
A matemática é o logos do pensamento natural
a língua que fala e escreve o pensamento da natureza
em versos equacionados por picos de senos e senóides
de seu relevo e clima natural à lâmina d'água que ruge
quando o motor do tempo explode em movimento senoidal
ou na espiral que desce e sobe as escadas do céu e da terra herbívora
Matemática é o estudo filosófico puro do tempo
que canta em árabe de álgebra quando a abstração atinge o ápice
Álgebra é matemática em sentido arábico do ser
um ser árabe do pensar árabe
o contexto árabe em profundidade simbólica abissal
para ler todas as línguas naturais
A álgebra é a matemática em árabe
a voz árabe da filosofia permitida pelo sagrado Alcorão
que é a voz bela do profeta de Alá
o protótipo de vegetal da cultura no homem
- o Alcorão é o canto de Alá para os fiéis
que são todos os justos
A matemática e a engenharia e a física
falam do tempo
tempo do motor
tempo motor
- motor Otto
( o motor Otto
tem um ciclo interno
ele gira o propulsor do tempo
que o tempo é seu objeto
assim como o é da natureza
e da medicina cujo deus é Cronos e não Asclépio
pois toda doença é crônica
é filha de Cronos o deus do tempo
a energia que ocasiona enfermidade
que perdura no tempo
Daí ser crônica
pois está o tempo todo no corpo )
O tempo é o pensamento-motor que impulsiona tudo
O recém-nascido se guia por Cronos
ele dorme muito porque assim era no ventre
e aos poucos vai ganhando outro tempo
vai interagindo com outro Cronos
que o fazem agir e ficar desperto
através da interação com os circunstantes
que estão fora do tempo não contado nas areias do sonho
pois o sonho não tem tecnologia alguma
é nosso mundo fetal ou infantil intacto
Portanto é saindo da casca de ovo do sono
que o recém-nascido se inicia na vida interativa
cada vez colocando mais areia no tempo
O tempo é a substância do pensamento do homem e da natureza
é o pensamento de Deus que captamos e capturamos em versos
no canto sincopado dos profetas e poetas
que se acercam do pensamento divino
que é pensar o infinito matemático algebricado
escrito nas equações que fazem o ser na idéia
o pensamento vvoe na poesia das equações
- a poesia é uma constante de Max Plank no pequizeiro
e no jardim de Getsêmani
( se havia de fato jardim plantado no nome Getsêmani
ou era apenas um jardim de vegetal poético
para o contraponto e fuga com o Jardim do Éden
na topografia com azimute para mensuarar a terra no Tanahk )
Sei de um tempo que dá no pequizeiro
fazendo óleo de pequi
na moenda de vento motor da casa vegetal
no moinho de vento velho vegetal instalado como empresa do poeta
que fabrica dois dos motores Otto do tempo
motor Otto de dois tempos
e motor Otto no ciclo Otto de quatro tempos
e quatro ventos no pistão que sopra saxofone
daquele moinho ermitão que vive só com as ervas no chão
e subindo pelas paredes até as pás do moinho de vento
com pás paradas nas mãos das ervas pianistas
ervas violinistas verdes
A memória é tempo capturado
motor que se gasta no vegetal
que se desgasta em tempo motor de erva
no giro vegetal que somos lá no fundo do jardim vegetal
que roda no idioma no logos para anatomia
com o nome de sistema nervoso vegetativo
- sistema nervoso vegetal
sistema vegetal
Ver um bebê é olhar o tempo pensando
olhar o pensamento da natureza em ação
- ver Deus em exercício de sabedoria
O pensamento da natureza é o tempo
que a natureza grafa em língua matemática
que é língua-logos da física
que fala do tempo
pensamento natural livre de cérebros
fenomenologia do ser livre do pensar limitado ao cérebro
neurônios e sinapses
A natureza tem um sistema vegetativo de pensar
que ela passa geneticamente ao profeta e posteriormente ao poeta
- o poeta é o filho do profeta na civilização
arrasta sua carga vegetal e cultural
para que dela bebam o filósofo e o cientista
e os diversos engenheiros que perambulam pela erudição
Os gregos do pensar pré-socrático
somente pensavam e falavam em física
para todo o "logos" sobre a natureza diziam "física"
quer seja para designar a natureza externa
ou a natureza formada com a idéia
que é a fenomenologia do pensamento
posteriormente denominada metafísica por um compilador do filósofo
- do filósofo Aristóteles de Estagira
o estagirita que postulou no logos a lógica em silogismo
operando metafísica no logos
enquanto assassinava Sócrates em silogismo
A matemática é o logos do pensamento natural
a língua que fala e escreve o pensamento da natureza
em versos equacionados por picos de senos e senóides
de seu relevo e clima natural à lâmina d'água que ruge
quando o motor do tempo explode em movimento senoidal
ou na espiral que desce e sobe as escadas do céu e da terra herbívora
Matemática é o estudo filosófico puro do tempo
que canta em árabe de álgebra quando a abstração atinge o ápice
Álgebra é matemática em sentido arábico do ser
um ser árabe do pensar árabe
o contexto árabe em profundidade simbólica abissal
para ler todas as línguas naturais
A álgebra é a matemática em árabe
a voz árabe da filosofia permitida pelo sagrado Alcorão
que é a voz bela do profeta de Alá
o protótipo de vegetal da cultura no homem
- o Alcorão é o canto de Alá para os fiéis
que são todos os justos
A matemática e a engenharia e a física
falam do tempo
tempo do motor
tempo motor
- motor Otto
( o motor Otto
tem um ciclo interno
ele gira o propulsor do tempo
que o tempo é seu objeto
assim como o é da natureza
e da medicina cujo deus é Cronos e não Asclépio
pois toda doença é crônica
é filha de Cronos o deus do tempo
a energia que ocasiona enfermidade
que perdura no tempo
Daí ser crônica
pois está o tempo todo no corpo )
O tempo é o pensamento-motor que impulsiona tudo
O recém-nascido se guia por Cronos
ele dorme muito porque assim era no ventre
e aos poucos vai ganhando outro tempo
vai interagindo com outro Cronos
que o fazem agir e ficar desperto
através da interação com os circunstantes
que estão fora do tempo não contado nas areias do sonho
pois o sonho não tem tecnologia alguma
é nosso mundo fetal ou infantil intacto
Portanto é saindo da casca de ovo do sono
que o recém-nascido se inicia na vida interativa
cada vez colocando mais areia no tempo
O tempo é a substância do pensamento do homem e da natureza
é o pensamento de Deus que captamos e capturamos em versos
no canto sincopado dos profetas e poetas
que se acercam do pensamento divino
que é pensar o infinito matemático algebricado
escrito nas equações que fazem o ser na idéia
o pensamento vvoe na poesia das equações
- a poesia é uma constante de Max Plank no pequizeiro
e no jardim de Getsêmani
( se havia de fato jardim plantado no nome Getsêmani
ou era apenas um jardim de vegetal poético
para o contraponto e fuga com o Jardim do Éden
na topografia com azimute para mensuarar a terra no Tanahk )
Sei de um tempo que dá no pequizeiro
fazendo óleo de pequi
na moenda de vento motor da casa vegetal
no moinho de vento velho vegetal instalado como empresa do poeta
que fabrica dois dos motores Otto do tempo
motor Otto de dois tempos
e motor Otto no ciclo Otto de quatro tempos
e quatro ventos no pistão que sopra saxofone
daquele moinho ermitão que vive só com as ervas no chão
e subindo pelas paredes até as pás do moinho de vento
com pás paradas nas mãos das ervas pianistas
ervas violinistas verdes
A memória é tempo capturado
motor que se gasta no vegetal
que se desgasta em tempo motor de erva
no giro vegetal que somos lá no fundo do jardim vegetal
que roda no idioma no logos para anatomia
com o nome de sistema nervoso vegetativo
- sistema nervoso vegetal
sistema vegetal
Ver um bebê é olhar o tempo pensando
olhar o pensamento da natureza em ação
- ver Deus em exercício de sabedoria
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