domingo, 3 de janeiro de 2010

WIKIPÉDIA POÉTICA : VESPA-VEGETAL-WIKIPÉDIA-VESPA

( Wikipédia poética : vespa-vegetal-wikipedia-vespa e wikipedia-vespa-vegetal wikipediapoetica wikipedia poética : marimbondo-vespa-vegetal-wikipedia e wikipediamarimbondovespavegetal )

O marimbondo é uma flor em vôo
uma vida vegetal em vôo
a erva de asa
a vespa é a erva com asas
- a vespa a nadar céus e chuvas

Marimbondo são insetos da ordem dos himenópteros
cujas asas a natureza fez em membranas
finas e sutis membranas que o vento não quebra
nem deixa rota ou sem rota
( a ordem dos himenópteros
- ordem maior que a ordem menor dos mendigos de Assis )

Seu ninho é uma caixa
ou uma casa de marimbondo
que ele constrói na folha em renovo
e não na folha velha e carcomida pela lagarta
- a lagarta é o tempo da folha
tempo de vida da folha

Marimbondo é belo ser
faz a beleza bailar nos olhos de que o vê
e é um vegetal orgulhoso
de porte elegante
de quem tem poder
no empório do veneno
que armazena a química
na ciência da farmácia e da medicina
na sabedoria vegetal da vida
que com palavras estudamos em biologia
Todavia o marimbondo dialogo com a vida
com o vegetal plantado em seu fundo de ser
o mar que há no fundo de vida

Possui um ovipositor ou ferrão
com o qual inocula o veneno
e a fêmea deposita o ovo
- o ovo é o vegetal em semente de animal
o vegetal a dois passos de sua raiz
no marimbondo que voa
e se afasta da semente e da terra
que se abraçam em arvoredos e arbustos e trepadeiras herbáceas
as filhas agarradas ao seio da terra
( O marimbondo é um ser celeste
um violinista com asas vegetais
cujas membranas levam signos grafados
que somente podem ser lidos no Corão e no Tanakh

A ciência assevera que seu veneno é um Phamacon
uma deusa Panaceia para a dor
O marimbondo que não produz mel algum
tem guardada na química de seu laboratório fisiológico
um veneno que é um mel para a dor
uma mina mais doce e fina que a morfina
( a substancia sob o veneno é um peptídeo
que atua no sistema nervoso vegetal
que é o jardim receptor do peptídeo )

Sua família tem o nome de Vespidae
daí o marimbondo ser chamado de vespa
pois vespa é o nome da família
a descendência em dinastia de vespa
mas seu nome "marimbondo' soa com gosto de mel
na boca do povo brasileiro
que sabe a marimbondo
desde os tempos edênicos do aborígene
como Lineu à vespa da família Vespidae

OTTO BAYER E O CASTELO VEGETAL DE OTTO BAYER

( Otto Bayer e o castelo vegetal de otto bayer o castelo em sistema nervoso vegetal vegetal de otto bayer no castelo vegetal de otto bayer dentro do castelo vegetal abrigado dentro de otto bayer o castelo no sistema nervoso vegetal)

Fiz na areia um castelo / que ruiu sem ruir ou ruído / Outro castelo na rocha / invocando a proteção da Virgem das Rochas / mas ele ruiu ruidosamente / ruinosamente ruiu /
Tentei na água / na libélula que voava sobre as águas / um castelo com fundação na asa da líbélula / ou na palmeira vergetal altivo / - vegetal invadido por um batalhão de vespas /( Fortaleza tomada por exército de vespas / marimbondos ao gongo do Congo Tupi ) /
Tentei ainda por a fundação / no corpo da mulher amada / assim como Cristo fez com a Igreja / Mas tudo virou pó / e foi soprado pelo vento vagabundo / errabundo vento que erra pelas folhas das palmeiras / e pelas asas da mariposa amarela / de alelo no amarelo borboleta /
Sem planta de pé no chão / sem raiz presa ao solo / sem mãos de ervas segurando a terra vegetal / fugi para a terra roxa / onde plantei uma floresta de coníferas / tangida por abelhas polinizadoras / Porém desceu um arcanjo num relâmpago / que a transformou a floresta de coníferas em cinzas / - cinzas de céus cinzas na floresta de coníferas /
Busquei terra negra / onde fui semeando vegetais / e chamando animais / fazendo da terra uma arca de terra / para nunca navegar /

Também ali edifiquei outro sonho na alvenaria / que a terra tragou / as águas levaram na enxurrada / e o vento não deixou nem pó / antes alimentou o fogo / com milhares de diabos trabalhando no oxigênio / - diabos à oxigênio / oriundos do oxigênio /
Então corri desesperado como Jó / e pisei os céus com asas / entre arcanjo e ave / Voei sem pouso / sem rumo nem estrela de bússola / até cair num arquipélago ( ou promontório ) / na cor da cerveja ou da vodka / onde só pude viver afogado / no meu desespero sem trégua / no meu chão de ermitão / longe do mal dos homens / que não conhecem mais a terra / senão por cartas náuticas / que descrevem tesouros / e não terras vegetais com ervas / daninhas ervas que seguram o chão / e o pé no chão /
Porém há homens e homens que ainda sonham com o Eldorado / cidades de ouro / porque ignoram o carinho da terra / que em cada punhado beija com ervas / dá vida em abundância ao homem que ama os insetos / porquanto a vida vem encadeada no amor / A vida é uma teia amorosa / do caminho verde da erva ao inseto / no beijo da polinização / mais belo beijo que o Beiijo de Klimt / ou Romeu e Julieta em Shakespeare / e vida fora de Shakespeare /
A vida só é possível enquanto existirem flores e frutos e árvores / formas herbáceas e arbustivas / miríades de insetos voando e o chão / e animais caçando ou pastando / aracnídeos anfíbios baleias / vieiras camarões / árvores da vida / - que a vida é antes de tudo um vegetal /

- no princípío foi o vegetal / com o vegetal a vida nasceu / medrou e floresceu /
Ver um escaravelho ou uma borboleta voando ante seus olhos / cada um com seu jeito de voar / de pilotar a vida /com seu barulho e modo característico ao mover as asas / sua forma de asas e corpo / cada um com sua inteligência de vôo e vida / é verificar com absoluta ciência / que a vida ainda tem esses verdadeiros tesouros naturais / ocultos pela natureza aos olhos gulosos dos homens tolos / dentro dos olhos misericordiosos de Deus /

Basta fitar fundo nos olhos de Deus /- olhos que estão atrás do véu da natureza / para abrir o tesouro do olhar / - e olhar dentro da beleza e da sabedoria / derradiero refúgio / castelo vegetal sem ruído e sem ruína / pois o vegetal vai sempre se levantar em erva / depois de qualquer hecatombe /

sábado, 2 de janeiro de 2010

POEMA DE NATAL EM WIKIPÉDIA POÉTICA OTTO BAYER

( Poema de natal em wikipédia poética Otto Bayer poema de natal em Otto Bayer wikipédia poética poema de natal ottobayer na wikipédia poética Otto Bayer ottobayer e wikipédia poema ottobayer )

I
HISTÓRIAS
Uma história está conexa com várias histórias estórias vitórias glórias e "passifloras"
é um conglomerado de galáxias em signos com versos imersos em universos inversos
uma enxameação de abelhas atarefadas ocupadas
na busca de uma colmeia para a rainha da paz
que também convoca a guerra no ferrão da abelha operária
e a paz desenhada no paladar do mel mais precioso que o ouro e as gemas
porque o mel é um dos sete espíritos da vida
uma das três almas que a natureza prodigaliza
enquanto houver vegetal e sol e rol de insetos rodando por flor em flor que for
e os bichos todos atenderem à convocação de coração na vocação das águas da chuva
pois as águas da chuva é a voz do profeta que clama pelas ervas no deserto
e faz o levante do sol girar ao contrário no levante das cabeças das ervas da terra
como se fora um sol oriundo dos subterrâneos
onde silencio corre e nada no ato do peixe um aquífero de longo curso capitão
ali abaixo das areias onde antes havia um deserto seco e árido ávido do elixir da vida
que vem nas asas das águas da chuva com sua flexibilidade rebelde
que água é ente insurreto e faz revolução e evoluções hidratadas
levando a giros em espirais que rodam em redemoinhos
ocasionados pelo vigoroso batismo anual do profeta João Batista
- o João-de-barro suscitado às dunas de areias do deserto sequioso de água

chamado à hora do riacho para o batismo sincrético da vida pululando da Bíblia ao Corão
dos sinais hebraicos aramaicos gregos aos signos árabes na beleza em arabesco
- São João Batista escreveu com os pés em signos arábicos hebraicos aramaicos
pisou a serpente em versos no grego da Septuaginta
e o latim da Vulgata
e enfim a beleza do maior escrito em canto silente no Alcorão

São João Batista foi o maior dos profetas - andarilho em signos
Esse profeta cujo trânsito na vida ficou registrado como pés na areia
rastos indeléveis de alguém que não passa impunemente pela areia
- que escreve e desenha
do profeta que andou sobre os signos do Tanakh e do Alcorão
atravessando regiões e religiões sob as línguas de fogo que registraram seus pés
na longa praia da fama impressa na areia da Nebulosa Relógio de Areia suspensa no céu
e as brancas poeiras ou o pó de cor ambígua à mixórdia do solo para ervas em violinos
- o profeta que ofuscou constelações a caminho mas viveu simples e ao rés-do-chão
renovando o renôvo da vida ao aspergir a água que desce em bênção de sua mão
sobre as cabeças coroadas com flores na resposta das ervas emergindo do fundo da terra
tal qual o ovo saindo do ouro líquido de vida do ovo de onde sai o pintainho e passarinho
e a criança saindo da madre para a luz na história de Jesus Cristo e Maomé e Moisés
- que viver é sempre um ato de Deus/Alá/Cristo - o Cristo em nós
- ato de fato escrito com anjo em livro
- mensageiro que traz a boa nova
em forma de canto belo e silente de Alá
"o clemente, o misericordioso"
cujo canto santo sai na voz do profeta Maomé
ou pelos profetas de Javé na Tanakh
ou no Evangelho do anjo novo em Cristo
( o Cristo em nós pecadores)
- o Cristo filho de Deus em terra
em terra firme no Cristo Redentor

O cristo em terra firme
- e água!, ó peixes!!!
peixes do Cristo que encheram os cestos do cristianismo
ó Cristo - Jesus Cristo!

II
O AMOR
O natal é destas festas antigas das águas
que já existia antes do antigo Egito do faraó Ramsés I
e foi detectada e exprimida pela primeira vez no universo dos versos bíblicos
na história estória de Moisés que veio nas águas
história natural do homem que é quase nada mais que água
corpo de água - lençol freático : Grande Aquífero Guarani
- o homem : esse Moisés d'água
Adão do barro mais molhado de água
do que arraigado à terra ao modo erva de ser
O homem : Moisés-Adão
- o ser anfíbio das águas
o ser ambíguo no homem

Nas águas batizado com a vida
pelo santo profeta : voz que clamou às ervinhas no deserto
até que elas colocaram a cabeça para fora das areias
- cabeças sobre as areias
e sob o céu : violinista azul em delírio de lírio
III
Moisés e João Batista não somente simbolizam mas são as águas que clamam pela vida
e constroem plasticamente a vida para além da transcendência de Kant ou Picasso
- dois filósofos que expressaram com aparato técnico diferente
as mais simples e complexas formas e estruturas pensadas pela gota de água
que veio do oceano e desaguou no pensamento deles
dando tanta vida de insetos e beleza e verdade à ideía única que moldou
todo o labor mental do cérebro e do corpo deles

Moisés é o grande anfíbio
é o corpo anfíbio
o corpo de todo anfíbio
no sentido ou vetor da idéia de Platão
João Batista é a água
- a água que abençoa a vida com o sopro de fertilidade e perpetuação
nos campos cultivados com flores e frutos
na floresta virgem
verde virgem
e no ventre da virgem
assim individuada
humana e diva
IV
Na dulcíssima história-estória do menino Jesus
então embalado nos braços da carmelita descalça
ouvindo a voz suave da doutora das santas :
Santa Terezinha do Menino Jesus
essa monja carmelita que é o melhor mel de flor de laranjeira do amor de Deus
mãe do silêncio no claustro e no ergástulo do condenado
que acalentou a estória de Jesus nos braços da história dela e nossa
até criar a história de todos no natal de Cristo - o Cristo em nosso berço
legando ao limbo e ao Hades a estória de Jesus, o Cristo canônico ou apócrifo
que Jesus Cristo tem esses dois narrados em signos
outros inúmeros Jesus Cristos em figuras imagens pinturas esculturas
e mais outros Jesus Cristos em teorias e teologias fundadas em estórias e histórias

Nada foi óbice , portanto,
para a existência dúplice de Jesus, o Cristo
em Jesus, o Cristo apócrifo
e Jesus , o Cristo Cristo canônico
- um Jesus, o Cristo de Nazaré
outro Jeus, o Cristo sem Nazaré

Todavia a história real de Jesus Cristo é a nossa história e estória em Gauguim
pois vivemos todos individual e coletivamente a história de Jesus
contamos narramos em nós e nossos filhos e netos a história de Jesus Cristo
arrancada à erva má e sem raiz da "estória" que não existe como palavra sequer
sendo um "inútil apêndice" na língua portuguesa com certeza da tereza e de Tereza
pelas quais escapo da prisão do mundo social no corpo de dervixe e eremita que sou
e pelo corpo de social e individual de Jesus, o Cristo que somos quer queiramos ou não
- o natal nasce em nós
e não nós no natal


No Egito do deus Osíris também nascemos para a história natural contada e cantada
que este deus do Egito foi um dos primeiros Jesus, o Cristo
e, consequentemente, um dos primeiros eu e tu e nós todos fetos do mito
filhos e netos e bisnetos e tataranetos da história de Osíris e Jesus, o Cristo
nascidos em Jesus, o Cristo filho de Deus em Belém da Judéia sob estrela da noite
( uma que seja! já vale a nebulosa vida de Andrômeda que temos! )
e de Belém-Belém indo ( todos nós, os Jesus! - Jesuses!) - rei em fuga para o Egito
onde outrora batia no solo e nas águas com vigor o cajado de Moisés
porquanto o natal de Moisés já vinha em águas e vinho
e pão da promissão - pão ázimo
originário corpo de Jeus, o Cristo - nosso pai e corpo e sangue anterior na história natural
pois que somos todos Cristos em corpo e mente não só na hóstia sagrada
mas no santo dos santos
mesmo peregrinos nômades e estrangeiros
na terra que nos evocou pela voz da promissão divina
onde judeus de Deus escrevemos a história natural da migração dos anfíbios e insetos
com caracteres do sobrenatural onde imprimimos profetas vivos
com o sangue na terra em vocação ouvida pelo povo dos profetas
que nos chamou do Egito - cativeiro na infância
de Jesus, o Cristo e do povo de Deus
que ouviu seu profeta chamando do deserto
- pelo vento em ondas eletromagnéticas
- vento em redemoinhos na tempestade de areia
que cobre a cabeça do árabe e do beduíno
- mas grita ao povo na letra da lei
e do profeta que canta :
" Do Egito chamei meu filho "
- para os braços de seu avô Osíris!
VI

- Ai! Jesus que cruz truz na luz de Belém!
luz truz em cruz difusa confusa Aretusa e musa - que musa! na música de Bach
e da pintura e poesia européia
saindo pelo ladrão na arquitetura e escultura
- porque nunca houve depois de Cristo!!!

Após a história de Jesus, o Cristo ,
só houve depois de Jeus, o Cristo e antes de Cristo! :
e a estória e a história acabou no olvido
que medrou no natal depois de Cristo
com martelo e bigorna
- para o ouvido
em circunvoluções harmônicas com o Órgão de Bach
em contraponto de fuga
VII
Na barca de água do anfíbio Moisés
símbolo no ato do homem e espírito natural de fato
cuja voz retumbante de trovão e o risco do relâmpago na regra negra da noite
com açoite de vento no tempo da tempestade
que ainda ulula na bula papal contra os templários
e sopra as asas dando vida ao vôo dos insetos
os quais vão no vão das águas remando com asas sob chuvas torrenciais
trazendo a mariposa e a térmita e as formigas aladas à querubim
adicionadas a uma caterva de insetos batizados que vêm com piloto anfíbio
no risco arisco e corisco de partirem frágeis asas nas bátegas da tempestade

- Tempestade cuja face está reflexa no céu pelo espelho dos raios que lampejam
e no seu lampejo sua lâmpada lamparina de gênio ilumina o reflexo e o espelho
que reconstituem o espectro de Narciso
agora se afogando em beleza nas águas da chuva
em corpo e alma de narcisistas formigas térmitas sapos rãs
e besouros saindo de vaga-lumes com farol
e sobretudo natural de coleóptero
( Seria Narciso Jesus, o Cristo ao espelho?!)
VIII
A água benta e santa é a energia "Moisés" guiando o piloto do inseto até meu neto!
que a água da placenta também aumenta o mapa da vida
é a força motriz na indústria da chuva que pinga ou espoca gotas nas telhas
tangente à tangente matemática que faz o vento moinho em redemoinho
com o capitão de longo curso ao timão das térmitas à borrasca
navegando no ar em bergantín oblongo em longo curso pelos pélagos e lagos
dos magos e vagos afagos em fatos históricos sobre o rei do Congo
até pousar e aninhar em novo lar para a construir sem ruir tugir ou mugir
na fase além mar do povo sem par de asas partidas na partida de ida da vida lá
gente de coração e alma partida na partida e na chegada à hora do ângelus
ou na regra negra na treta da noite com capuz no caput
capeta embuçado encapuzado na lei do rei el rei de Portugal e Algarve
noite chorosa de "sereno" orvalho que mexe os ponteiros da madrugada até aurora
de um povo que não veio de anjo na mariposa do navio negreiro de Castro Alves
nem de demônio porque diabo algum pode ser impresso nas asas da borboleta amarela
que aquarela por esses campos de flor na cor bela daquela mariposa que nunca pousa
na água que veio viajando de longe até formar com terra santa e prometida
o corpo do menino que veio na canção tangida ao ritmo de leis mosaicas e batistas
impressas no coração da natureza e do homem que sabe à profecia
- o poeta com verso na vida
que o único verso do poeta é o universo emaranhado na vida
que sem vida nem haveria universo na forma de ser
não existiria por dentro no verso ao anverso do universo
o poeta que faz o ser
algo maior que o universo
pois o ser é infinito matemático
e não está na cadeia do tempo e dos fenômenos
- pois o universo cabe no ser construído na existência do homem
porém o homem transcende o universo
pelo anverso do verso matemático
que fala a língua natural da inteligência de poesia
que caracteriza o ser humano
arquitetado e construído pelo poeta e pelo filósofo
duas catedrais no complexo do ser do homem
IX
O natal de Jesus, o Cristo, à luz do meu neto em Rembrandt
que é a estrela de Belém neste meu natal
e a a noite feliz de cada vida iluminando o canto ou a canção ou o poema
ou a música dos seres presentes e os entes em penduricalhos na árvore de natal
que canta com luz e toca com o violino de Jesus, o Cristo, a noite que eu fiz feliz porque quis
porque compus a noite feliz para Jesus, o Cristo, tocar com o seu violino azul celeste
ao ritmo do sorriso e os olhos de luz do bem-nascido menino
que nos nasceu depois de tanta noite em piche e breu ateu

O natal de menino Jesus, o Cristo, em Giotto para meu neto
narra sempre a mesma história inenarrável :
Uma grande estrela iluminando a noite de céu a céu
um presépio lindo onde um rei acabou de nascer meu neto
tal qual antes nascera meu pai, eu e meu filho
todos reis meninos e homens
não importa a força de Império cruel exercida pelo Poder Executivo da Besta coativa
com Sansão com longos cabelos e braços fortes fazendo a lei policial dos juízes

Outrossim pastores vêm saldar e reverenciar o pequenino rei
anjos perfumando a noite com paz também vem a Belém
( que hoje Belém é aqui neste presépio de paz de São Francisco de Assis
meu pai seráfico e anjo guardião contra o mal da estrela do Cão Maior
sempre rutilante no céu mental e moral dos homens de bem e do mal )
Por fim três reis magos vêm presentear o menino com ouro, olíbano e mirra
presentes para reis como o menino bem-nascido

Porém, e o mais belo Kandinsky ,
é que de um lado e do outro do menino
ladeando o menino no presépio para visitas
o pai e a mãe do menino
Maria e José
olhando meu neto
como olhou meu pai para mim
e eu ao meu primogênito
e agora olho o neto
e me recordo da eterna emoção de Maria e José!
X
No berço do meu filho a natividade do meu neto
que chora com saudade do ventre materno
quando acorda e se sente sozinho
passarinho sem ninho-mãe
com a companhia diuturna e inseparável da mãe
quando estava abrigado no ventre
em amplexo pleno de amor com a mulher
longe da solidão que o nascimento enceta
- seria o nascimento o naufrágio de Robinson Crusoé?!
ou a terrível queda do anjo
que cai na água da terra
sem asas ou pára-quedas
ao nascer e ao morrer
levante e ocaso
- natal de Cristo
ou cruz de Jesus

O corpo humano é essa queda do anjo Chagall
- essa queda em terra e água
queda no corpo
que leva o homem
do levante ao poente
XI
O choro da criança está no canto do anjo músico de Fra Angelico
é o primeiro cantar dos cantares do ser humano
encetado na manjedoura ou no berço
ou na apreensão elegíaca de leito de hospital
à mesa de cirurgia em parto cesariano

O canto do bebê chama a mãe
que não tarda
que mãe não tarda
não anoitece ao acender ou apagão do lampião da lua e estrelas
- mãe amanhece ao lado
com os olhos postados à flor da barra da alva

Às vezes o canto do pequenino bardo
imprime um desespero frenético à voz
conforme a necessidade premente de se comunicar
- de comunicar ao seu público-alvo suas carências comezinhas
ou a dor a fome a angústia repentina que o acomete

Outrossim sim sincopada ode canta
na alegria expressa no sorriso tranquilo
mantra do tamanho da serenidade de Buda meditando
( um recém-nascido semelha o Buda
na serenidade iluminada de suas feições
e na pureza e paz emanada de sua aura ou espectro eletromagnético
- aura ou aureóla que também circunda o corpo da virgem e da mãe
observado em todas as obras-primas da pintura ocidental
embora os médicos tenham teorizado essa beleza virginal da mãe
com o estúpido e contextualizado conceito de "estado puerperal"
para dizer algo de horrível gosto teórico
colocando seu travo amargo pedante e arrogante
em lugar dos versos melodiosos da poesia da Bíblia e Corão
que cantaram e louvaram a verdade na beleza extrema
daquele momento de luz
no qual o recém-nascido se constitui em um ser supremo em si
- em si bemol maior em concertos vitais de Mozart
- o Mozart arquivado na memória natural em gen )

O Neném vem e canta-que-canta na cigarra que canta em sua voz
para comunicar-se com a comunidade onde está inserido
agora que é um peixe fora d'água
- peixe que saltou para fora da água da placenta
acima do cimo da lâmina d'água do rio São Francisco de Assis

O canto do bebê chama a mãe
aflora a vocação de mãe
num arrulho de pomba
- com que mais tarde evocará a amada
XII
A criança recém-nascida tem um espectro eletromagnético puro
comparável somente com o espectro eletromagnético da virgem
da virgem que será mãe
( a aura da virgem está sempre evidenciada
na auréola sobre a cabeça das virgens nas obras de arte ocidentais
que, entretanto, não percebeu que a aureola
na perspectiva da conhecimento do espectro eletromagnético
como apanágio dos vivos
porquanto Cristo morto é apresentado aureolado por Fra Angelico
consoante o contexto da ciência de meio-olho
dos artistas mergulhados nas águas da teologia medieval )

O espectro eletromagnético ou aureola da criança bem-nascida sem o pecado medieval
tem tamanha capacidade de comunicação com os circunstantes
com a mãe e familiares próximos em Cristo
mormente com a mãe
referência-mor de amor primevo e arquetípico
O espectro eletromagnético tem a função precípua ( pua - puah! )
durante toda a vida humana e animal
de informar sem palavra frase ou oração
tudo sobre a saúde ou doença do emissor
bem como serve de meio de comunicação à distância
ou para o surdo-mudo ou cego no ego também
e mesmo a um ser humano em estado comatoso
na coma do cometa de hospital sem Cristo
( melhor hospital com Cristo para a vida - eterna )
porque ainda em coma profundo o ser humano continua a se comunicar
tanto como emissor quanto como receptor de mensagens angélicas
graças a luz emitida pela aura
que emite todos os cantares em versos musicais
de poetas em prosa com arcanjos com banjos roubado a anjos

A aureola é o ouro da vida
é a aura ou espectro eletromagnético
que nos circunda protegendo a alma
- A aura é a alma
que no morto se evapora
XIII
Os nobres místicos denominam de aura ao espectro eletromagnético
o que é tão-só uma questão tão pequena de terminologia no logos - logo no logos
e que se comunica e cintila em cada idade e pessoa em forma e intensidade diferente
inclusive comunicando doença sentimento ou morte
- o morto não emite aura ou espectro eletromagnético
conquanto o adjetivo "espectral" esteja estreitamente vinculado a fantasmas

A aura é a alma na vida
anuncia à virgem o espírito santo
e ao místico o espírito do diabo
os quais convivem na simbiose do nó que faz o "nós
o que somos no abismo da tensão de bem e mal

O cadáver é tão-só um corpo solitário
separado da santa auréola da vida
que aparta os são dos malsãos
os mortos dos vivos
XIV
O recém-nascido dorme e dorme muito
Também em todas as outras idades dormimos
para retornar como feto ao ventre materno
na travessia de eterno retorno ao cordão umbilical
agarrados ao sonho durante o sonho
que nos acolhe lá dentro como uma nova e velha mãe
Oh! minha mãe! - manhã no meu primeiro olhar
- no sono estou como em seu ventre materno
feliz e fetal
XV
Meu neto é uma mariposa uma térmita com asas
- uma mariposa que chegou enxuta da chuva
que atravessou todas as gotas de chuva em longa viagem
ao encontro com do meu futuro
do futuro dele
- futuro que só existe no relógio que fabrica meu novo tempo no corpo dele

Meu neto é um anjo caído - de Salvador Dali
um anjo caído no corpo
( corpo é terra firme
mas muito mais - mais matemático mais :
corpo é água viva
- água viva! )

Mas mais ainda - é essa criança que desponta no horizonte azul-Kandinsky :
é minha vida esticada
minha vida estendida no tempo
minha vida à frente do que conta o tempo
em seu avarento relógio de areia
que retira o pó do corpo para a ampulheta
levando-o ao anjo desidratado caído na poeira
a morte em pó

Meu neto é o novo anjo em pé
outro Evangelho que vem para a vida
com o pó do corpo hidratado
- minha vida com mais um século de garantia
- toda a minha vida !
XVI
Enquanto houver a natureza de Gauguim que me sustem em pé com bactérias
embora queira me devorar com vermes e me tirar do tempo e espaço em corpo
- meu corpo ganha outro corpo natural na queima da fênix
para navegar aventureiro pelo século fora
até que ele venha a produzir com uma mulher outro corpo para nós
que estamos na família a dinastias de vidas passadas pelos genes

Os genes são nossas coroas de reis e faraós da vida eterna
até o último rei ou faraó da dinastia do meu corpo
que é já um corpo bem antigo que vem de meu pai mãe avô avó bisavó tataravô
e vai até onde eu não sei contar senão nos anais dos fantasmas que correm
pelos corredores do castelo assombrado que é meu corpo humano
reconstruído novo no corpo humano do meu neto em flor de beleza
que há de procurar e encontrar a virgem
que nos salvará de novo
com vergônteas na árvore de natal
de um outro Jesus que virá de novo
no renovo de um novo ser


ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL , ENQUANTO HOUVER A NATUREZA DE GAUGUN, A NATUREZA DO PINTOR E LIVRE-PENSADOR GAUGUIN, GAUGUIN EM PÉ EM BACTÉRIAS, O SER PARA LÁ DA LIBERDADE,MEU CORPO GANHA OUTRO CORPO NATURAL, OUTRO ESPAÇO NATURAL NA QUEIMA DE FÊNIX, A QUEIMA DA FÊNIX DA PRIMAVERA - A PRIMAVERA : A PRIMAVERA QUE É A FÊNIX DE FATO, DESPONTA NO HORIZONTE AZUL-KANDINSKY, O HORIZONTE AZUL NA OBRA DE KANDINSKY, ONDE MINHA VIDA ESTÁ ESTENDIDA NO TEMPO, PELO TEMPO ESTENDIDA, NO TEMPO QUE CONTA E REZA A HORA, TEMPO QUE CONTA AREIA NO RELÓGIO, AREIA NO RELÓGIO DO TEMPO, RETIRANDO AREIA DA AMPULHETA PARA O CORPO, DA VELHA AMPULHETA QUE CONTA A MORTE EM PÓ, A MORTE EM PÓ DE ANJO, DE AJO CAÍDO AO PÓ NA MORTE, O ANJO QUE SOU NO EVANGELHO, O ANJO CAÍDO NO EVANGELHO DE SALVADOR DALI. QUE SALVADOR DALI ESCREVEU UM EVANGELHO, EVANGELHO SEGUNDO SALVADOR DALI, ESCRITO PARA MEU CRISTO , O CRISTO DESIDRATADO, ANJO NO PÓ DO CRISTO DESIDRATADO, O CRISTO DESIDRATADO, O CRISTO NO NO PÓ, NO PÓ DA MORTE, O CRISTO DESIDRATADO, ANJO CAÍDO NO PÓ DA MORTE, DA MORTE QUE SOU EM PÉ NAS BACTÉRIAS, BACTÉRIAS QUE A CALCAM AO CHÃO.VOU NAVEGAR AVENTUREIRO, PELO VENTO AVENTUREIRO NAVEGAR, FICAR A DINASTIAS DE VIDAS PASSADAS EM GENES, OS GENES DAS DINASTIAS E VIDAS PASSADAS, O ANJO CAÍDO DE SALVADOR DALI NÃO É CAÍDO O ANJO DE SALVADOR DALI, CAÍDO O ANJO EM SALVADOR DALI. CORPO ANTES DE TERRA É ÁGUA : ÁGUA VIVA, ÁGUA-VIVA E NÃO SÓ TERRA. O CANTO DO BEBÊ CHAMA A MÃE, CHAMA A MÃE O CANTO DO BEBÊ. O CANTO DO BEBÊ É O CANTO QUE CHAMARÁ A AMADA : É O CANTO DO BEBÊ O CANTO PARA A AMADA FUTURA, DEPOIS DA MÃE, A MÃE-AMADA SEM COMPLEXO DE ÉDIPO, NEM ÉDIPO REI OU FREUD E EURÍPEDES JUNTOS ( JÁ PENSOU FREUD E EURÍPEDES DISCUTINDO O COMPLEXO DE ÉDIPO? : o COMPLEXO DEIXARIA DE SER DE ÉDIPO).PEQUENA QUESTÃO DE TERMINOLOGIA NO LOGOS : LOGO NO LOGOS, A QUESTÃO DE TERMINOLOGIA NO LOGOS.ARCANJOS COM BANJOS ROUBADOS A ANJOS : ANJOS E ARCANJOS TOCANDO BANJOS. O NENÉM CANTA-QUE-CANTA NA CIGARRA, NA CIGARRA DE SUA VOZ DE NENÉM QUE CANTA, POIS A CRIANÇA RECÉM-NASCIDA É UM PEIXE FORA D'ÁGUA: UM PEIXE FORA D'ÁGUA É A CRIANÇA RECÉM-NASCIDA - PEIXE QUE DEIXOU A ÁGUA DA PLACENTA : A ÁGUA NA PLACENTA DA MÃE : A ÁGUA DOCE DE MÃE E ÁGUA DE MÃE FICA ACIMA DO CIMO DA LÂMINA DA ÁGUA DOCE : ACIMA DO CIMO DA ÁGUA DOCE DE MÃE, Ó DOCE MÃE!
SIM NA SICOPADA ODE CANTA O SIM NA SINCOPADA VIDA : A VIDA É UM MANTRA, UM MANTRA DO TAMANHO DA SERENIDADE DE BUDA : MANTRA DO TAMANHO DA SERENIDADE DO BUDA. UM RECÉM-NASCIDO PARECE UM BUDA MEDITANDO, DE TÃO SERENO UM RECÉM-NASCIDO PARECE UM BUDA MEDITANDO : O RECÉM-NASCIDO É UM BUDA MEDITANDO. HÁ UM SER HUMANO SUPREMO EM SI, UM SER HUMANO SUPREMO EM SI BEMOL MAIOR - EM SI BEMOL MAIOR NOS CONCERTOS VITAIS DE MOZART - UM SI BEMOL NOS CONCERTOS VITAIS DE MOZART, DO MOZART ARQUIVADO , O MOZARD ARQUVADO NA MEMÓRIA NATURAL, MOZART NA MEMÓRIA NATURAL DO GEN, DO GEN DE MOZART ESCRITO AO NATURAL NA MÚSICA DA NATUREZA.ESTRELA MORAL E MENTAL DO CÃO MAIOR E MENOR, ESTRELA MENOR DO CÃO MAIOR E MENOR, ESTRELAS SEMPRE PRSENTES NO UNIVERSO MENTAL E MORAL - NO UNIVERSO MENTAL E MORAL A ESTRELA DO CÃO MAIOR E MENOR UMA GRANDE ESTRELA ILUMINADO A NOITE, DE CÉU A CÉU UMA GRANDE ESTRELA ILUMINADO A NOITE DE CÉU A CÉU, A NOITE DO PRESÉPIO DO MEU NETO JESUS, O CRISTO, O BELO PRESÉPIO DO MEU NETO, QUE É JESUS, O CRISTO, COMO TODOS NÓS QUE NASCEMOS UM DIA E VAMOS PARA A CRUZ NA MORTE : A MORTE NA CRUZ DA VIDA, A CRUZ DA VIDA É A MORTE. O NATAL DE JESUS, O CRISTO, À LUZ DO MEU NETO - Á LUZ DO MEU NETO O NATAL DE JESUS, O CRISTO.
KANDINSKI - OBRA DE KANDINSKY
VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL - VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL
CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO
PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO - PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO
ABAIXO : ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
נבזה וחדל אישים איש מכאבות וידוע חלי וכמסתר פנים ממנו נבזה ולא חשבנהו
אכן חלינו הוא נשא ומכאבינו סבלם ואנחנו חשבנהו נגוע מכה אלהים ומענה והוא מחלל מפשענו מדכא מעונתינו מוסר שלומנו עליו ובחברתו נרפא־ לנו
כלנו כצאן תעינו איש לדרכו פנינו ויהוה הפגיע בו את עון כלנו נגש והוא נענה ולא יפתח־פיו כשה לטבח יובל וכרחל לפני גזזיה נאלמה ולא יפתח פיו מעצר וממשפט לקח ואת־דורו מי ישוחח כי נגזר מארץ חיים מפשע עמי נגע למו
ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
FUGA PARA O EGITO DE MURILLO - FUFA PARA O EGITO DE MURILLO
ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ
REFERÊNCIAS : TANACH, TANAKH, BÍBLIA, TANACH, TANAKH, BÍBLIA, NOVO E VELHO TESTAMENTO, PENTATEUCO, TORÁ, TORAH, TORAH, TORÁ, PENTAUCO, NOVO E VELHO TESTAMENTO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, PROFETA, SÃO JOÃO BATISTA, PROFETA SÃO JOÃO BATISTA, JOÃO--DE-BARRO, JOÃO-DE-BARRO, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, AVÔ, AVOS, AVÓS, AVÔ, AVÓS, AVOS, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, NATIVIDADE, NATAL , JESUS, CRISTO, NATIVIDADE, NATAL, JESUS, CRISTO, MAOMÉ, BUDA, MAOMÉ, BUDA, VERGÔNTEAS, VERGÔNTEAS, CRIANÇA, BEBÊ, NENÉM, RECÉM-NASCIDO, BEBÊ, CRIANÇA, RECÉM-NASCIDO, NENÉM, MÃE, PAI, MARIA E JOSÉ, MAE, PAI, MARIA E JOSÉ, EVANGELHO, EVANGELHO, ANJO, ARCAJO, ANJO, ARCANJO, BANJO, BANJO, FARAÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, FARAÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, DINASTIA, VIRGEM, DINASTIA, VIRGEM, FÊNIX, AURÉOLOA, AURA, FÊNIX, AURÉOLA, AURA, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, GALÁXIAS, NEBULOSA, ANDRÔMEDA, ANDRÔMEDA, GALÁXIAS, NEBULOSA, RELÓGIO DE AREIA, NEBULOSA RELÓGIO DE AREIA, AQUÍFERO GUARANI, AQUÍFERO GUARANI, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, RAMSÉS, RAMSÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, MOISÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, VIOLINISTA AZUL , VIOLINISTA VERDE, VIOLINISTA AZUL VIOLINISTA VERDE, CHAGALL, CHAGALL, VIOLINO, VIOLINO, SI BEMO, MOZART, BIOGRAFIA, SI BEMOL, MOZART, BIOGRAFIA, PASTORES, UNIVERSO, LUZ, REIS MAGOS, UNIVERSO, LUZ, PASTORES, REIS MAGOS, PRESÉPIO, OURO, MIRRA, INCENSO, PRESÉPIO, MIRRA, INCENSO, OURO, OLÍBANO, OLÍBANO, VERSO, ANVERSO, VERSO, ANVERSO, HADES, EGITO,INFERNO, HADES, INFERNO, EGITO, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DEASSIS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DE ASSIS, ORDEM DO TEMPLO, ORDEM DO TEMPLO, CÃO MAIOR, MENOR, CÃO MAIOR MENOR, OVO, PINTAINHO, PASSARINHO, OVO, PINTAINHO, PASSARINO, PINTINHO, PINTINHO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, FENÔMENO, PILOTO, CONGO, REI, FENÔNEMO, PILOTO, CONGO, REI, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, FORMIGA, FORMIGA, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, CIGARRA, CIGARRA, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, MOZART, BIOGRAFIA, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, HISTÓRIA, ESTÓRIA, ESTÓRIA, HISTÓRIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, CARMELITA, CARMELITA, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, LAGO, MAGO, LAGO, MAGO, ROBINSON CRUSOÉ, ROBINSON CRUSOÉ, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, FUGA, CONTRAPONTO, MARTELO, BIGORNA, FUGA, CONTRAPONTO, PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS,PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, SOBRETUDO, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, CHUVA, ALVA, ÁGUA, CHUVA, ALVA, ÁGUA, BATISMO, BATISMO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁSTULO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁSTULO, BORBOLETA AMARELA, BORBOLETA AMARELA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, MANGEDOURA, BERGANTÍN, MANGEDOURA, BERGANTIN, VENTRE, FETO, FETAL, VENTRE, FETO, FETAL, SIMBIOSE, ABISMO, CASTELO, SIMBIOSE, ABISMO, SANSÃO, JUÍZES, SANSÃO JUÍZES, CASTELO, CASTELO, REDEMOINHO, OBLOGO, PÉLAGOS, REDEMOINHO, PÉLAGOS, OBLONGO, COMETA, ESTRELA, HOSPITAL, COMETA, COMETA, HOSPITAL, ESTRELA, LAMPEJO, LAMPARINA, NARCISISTAS, LAMPEJO, LAMPARINA,NARCISISTAS, LÂMPADA, GÊNIO, LÂMPADA, GÊNIO, GAUGUIM, PICASSO, KANDINSKY, GAUGIM, PICASSO, KANDINSKY, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, FRA ANGELICO, GIOTTO, FRA ANGELICO, GIOTTO, BIOGRAFIA, FRA ANGELICO, BIOGRAFIA, GIOTTO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA, RUBENS, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA , RUBENS BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, ENCICLOPEDIA, WIKIPEDIA, DESCICLOPEDIA, ENCICLOPEDIA, DESCICLOPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, GOOGLE, YOUTUBE, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA SMIRNOFF, ABSOLUTA, VODKA ABSOLUTA, BAIKAL, VODKA BAIKAL, ABSOLUTA. O ANJO CAIU NO CORPO, O CORPO HIDRATADO ONDE CAIU O ANJO É UM CORPO E CRIANÇA RECÉM-NASCIDA : CORPO HIDRATADO. CORPO É TERRA E TERRA É ADÃO : TERRA É ADÃO; MAS CORPO É ANTES ÁGUA QUE TERRA : MAIS ÁGUA, OCEANOS, QUE TERRA : CORPO É O ANFÍBIO, O ANFÍBIO MOISÉS ( MOISÉS ERA O NOME ANTIGO DO SAPO : O MOCHE OU MOCHÊ?).MEU NETO É UMA MARIPOSA, MARIPOSA AMARELA DE BELEZA, UMA TÉRMITA A VIAJAR NA CHUVA - A VIAJAR NA CHUVA SEM MOLHAR AS ASAS DE TÉRMITA : UMA TÉRMITA, CUPIM, CUPIM, Ó CURUMIM, CURUMIM! : VEM A MIM, CURUMIM! - CUPIMCOM ASAS, ASAS. MEU NETO FABRICA O TEMPO COM MEL PARA MEU FUTURO : ELE FABRICA COM MEL O MEU TEMPO FUTURO.





POESIA-WIKIPÉDIA E POESIA À WIKIPÉDIA-POESIA POÉTICA À POESIA-À

( Poesia-Wikipédia-poesia à wikipédia-poesia poética à poesia-à wikipédia e poesia wikipedia-poesia-a e poesia-wikipédia-poética-à poesia otto bayer e ottobayer-wikipedia poesia wapedia )

Passarinho passarinho /
vinha no vinho a caminho /
vinho em vinha com gavinha /
no linho Minho e Douro doutro /

Vinha vinho /
sozinho sem ninho passarinho /
pelo caminho vinha vinho em mim /
eremita sem ninho /

Passarinho sem ninho /
aninho no Minho vinho /
Minha vinha é Minho ninho /
ninho mesquinho no vinho de vinha /
- pergaminho de ninho /

Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
que nem creio que exista outro ser humano vivo plantado com raiz na terra /
nem neste mundo de onde vinha /
ao vinho do vizinho /
nem no mundo vizinho /
o universo-bolha dos físicos loucos /
poucos loucos roucos moucos soltos /
- soltos léguas a pé de mim /
alqueires a pé de goiabeira mangueira laranjeira sabiá-laranjeira /
cajueiro abacateiro coqueiro vespeiro /
pé a pé até o sopé do pé de pequi /
pé ante pé ao pé do pequizeiro /

Monge - lanço o grito de Munch longe léguas de terras /
alqueires infindos de terras sem cabeças de ervas erguidas do solo /
a uma distância dos outros ermitões /
mensurada em velas padrão /
pelo padrão de velas de cefeidas /

Sou só na terra - monge sem fé no Salvador Dali /
incréu em um universo paralelo lelo alelo belo anelo velo de ouro /
ou vida paralela lela Alela bela vela padrão /
no cão na constelação do Dragão /
e do Cão Maior ao Menor /
( Não estou só /
porque canta a aurora iluminada às cegas nas aves canoras /
Não estou só - sou só! /
Solitário e único na terra imensa para um só - monge ) /

Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
não tenho caminho /
vinho vinha vizinha /

Vinha vindo - e bem-te-vindo bem-te-vi bem-ti-vi /
Vinho eu bem-te-ver bem-te-vinho /
Bem-te-vendo bem-te-vi bem-te-vinha /
Que eu bem-te-veja como bem-te-vi bem-ti-vi /

Sou tão sozinho passarinho /
me dê um canto no teu ninho /

Quero-quero que quero Quero-quero /
um cantinho no teu ninho /
terém-terém teque-teque /
teque-teque terém-terém /

Teque-teque teque-teque /
teque-teque que te teque-teque /
terém-terém terém-terem /
- Terém-terem te terém-terém /

Sou tão sozinho passarinho /
que quando morrer bem velhinho /
ficarei flertando eternamente com a lua /
Aleluia /

Passarinho passarinho /
passarão meus olhos /
porém não meu olhar - para a lua /

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

FOTOGRAFIA MULHER NA WIKIPÉDIA DA MULHER


( Vide a fotografia mulher da mulher em criança na mulher em Wikipédia de mulher : a mulher na Wikipédia da mulher )

Naquele momento fixado pelo raio
pelo lampejo que saiu da máquina da poesia
presa ao relâmpago que agarrou a sombra do anjo
naquele momento de anjo
minha filha foi fixada à luz
ao modo dos lepidópteros e coleópteros
que amam a interação com a luz
- Luz é o anjo polar Lúcifer
( Lúcifer é anjo polar ártico ou antártico? )

Aquele momento era tempo irradiando-se em anjo
na carne fotografada que grafou o papel
ou nem pegou grafia no papel obsoleto papel
e foi direto da luz da máquina à luz do computador
- do computador que viu seus olhos de filha
olhos parados na luz digital que os olha
com dois olhos e o olhar digital
( A fotografia é tempo
um tempo capturado à luz
- tempo capturado à luz de Lúcifer
o poeta da luz )

A fotografia do meu ato de fotógrafo
olhava para o lado esquerdo onde havia um pé de canela
que escondia na folha uma casa de marimbondo
( marimbondos são vespas pequenas e negras batendo na noite
com Asas Delta do Nilo
asa-delta tirada à letra delta grega
do fundo do triângulo cerebral de Euclides
a letra delta deita no cérebro em geometria
e na equação matemática algébrica
que canta o delta )

A máquina fotográfica da poesia fotografou depois da gare da clorofila
- após a fotografia da clorofila sob anil
a fotografia da minha filha na asa negra do anum
que a noite é anu-preto voando madrugada fora
até que venha asas ao léu no anil do céu em alva
na radiação com pruridos na barra da alva
recendendo à flor de laranjeira em sinestesia
que bate o martelo na bigorna
ossos do ofício do ferreiro Vulcano
ou do deus Mozart grafando melodias ao ritmo do piano
- Mozart industrializando melodias ao piano para a Yamaha tocar
para tocar o ritmo de produção da Yamaha ao piano motor
( Yamaha ao piano motor
- motor Otto sob anum
sub anum )

Naquela noite de relâmpagos na máquina da poesia
minha filha voltava do anjo que fora vestida para a igreja
- voltava vestida de anjo no raio que abre a memória cerebral
cuja função foi captar o ser angelical
no raio que fugiu da máquina fotográfica poética
que fixou minha filha investida em ser angélico
em anjo que tropeçou na escadaria do céu
- céus , céus! em bando de anum
anu-preto da noite irradiada por raios trêmulos de emoção
raios-fotógrafos do arcanjo nela investido
dentro da casa da noite desestrelada pelo anum
- grande e extenso anum pregado em cruz na negra regra da noite
descabelada de estrelas
sem Cabeleira de Berenice
mas com cabelos louros toucados sobre o negro cabelo
- a bela mulher que é a noite
mulher de véu
- a noite é a mulher de burca
mulher mulçumana sofrida
apedrejada nos raios emitidos pelo anjo cristão
unido em vários estados unidos em império contra o Cão Maior
que ouse raiar o alvar da alva na alba longa da manhã
depois da hora do anum e da burca

Minha filha saiu do jardim vegetal em mim
da erva que sou no meu sistema nervoso vegetativo
do vegetal que sou cultivado em jardim interno ao corpo
- o jardim da vida em mim
a árvore da vida e do conhecimento do bem e do mal
e as ervas que estão para além do conhecimento do bem e do mal
pois a árvore da vida transcende o simplório conhecimento do bem e do mal
porquanto a vida tem sabedoria filosófica de ervas-Evas
que vão além das polaridades simplistas do maniqueísmo
cujo pensamento ignora a terra e o mar oceano
que estão postados entre as polaridades do bem e do mal
polaridades que são apenas dois pólos
- o Pólo norte e o sul
ficando inexploradas e virgens as terras sem fim
e o mar oceano sem fim enfim
todas sob Lúcifer e O Cão Maior
a constelação do Cão Maior
costela de estrelas da Eva de burca no céu de anum

AMOR NA WIKIPÉDIA OTTO BAYER DO AMOR


( O amor na wikipédia Otto Bayer ou Otto bayer no amor na Wikipédia ottobayer a Wikipédia otto bayer do amor de Otto bayer na Wikipéidia do amor )

Solitários voamos flutuando na bolha que sopramos
- solitários mas sem solilóquios
que muitos são os colóquios do amor
que sopramos dentro da bolha
- a bolha do amor
que nos acolhe e põe vela
no barco ao vento
no bardo barco que vela a estrela
- a estrela de vela padrão na mão em cefeidas de amor
vela aberta à rosa do vento
sob a vela de luz bruxuleante das cefeidas de amor padrão
que segura a vela e vela
iluminando o amor na região da regra negra da noite
negra regra que agrega trevas
trevos em trevas cheirando
- trevas nos trevos despertando o deus do olfato
que regra a negra regra da noite no escuro bruto da treva sobre o trevo
exalando seu odor das raízes da terra às raízes postas ao vento em versos telúricos
no meio caminho de vôo das trevas ao anu-preto

( o amor nasce com a poesia e vive na bolha )

Para constituir a bolha
quantos universos em bolhas de amor sopramos
- para constituir o universo-bolha
cuja terra firme ganha contornos
na terra misteriosa e preguiçosa do sonho
onde vivemos oníricos em bolha
na bolha dos oníricos
cujo fio de vida está na bolha de água e sabão
bolha do amor que constitui a vida
- a vida que nos mantém vivos sem vírus na bolha asséptica
que flutua na lua que atua nua na tua concha bivalve
- concha bivalve que ouve o mar
de tanto amar o mar em concha bivalve preso
- preso em concha bivalde do amor
carapaça de areia dura que protege o amor
- molusco bivalve frágil no vidro soprado em bolhas
bolhas de vidro pousadas nas janelas
como uma borboleta presa detrás da vidraça

Ah! e nosso amor é tão frágil
- o amor de vidro soprado em bolha de vidro
para vidraça fina na janela da borboleta prisioneira
batendo asas para soprar uma fuga iminente da prisão vítrea
vitral de catedral colorido por Giotto e Fra Angelico
em desenho desmaido no vitral de Fra Angelico e Giotto
- no vitral onde Fra Angelico e Giotto deixou o ritmo dos dedos
mantendo nossa frágil mariposa do amor presa ao vidro
- ao vidro vítreo vitral amarrado nos desenhos de Giotto e Fra Angelico
pois o amor quer fugir pelas asas da borboleta amarela
que bate as asas no caos e mexe com o planeta
Ai! é nosso - o nosso amor fragilizado dentro da bolha
- um universo desenhado e desdenhado em bolha : universo-bolha
- o amor, o amor é um universo pulha
todo feito de vidro quebradiço
incapaz de suportar um tapa da tempestade enraivecida
- um tapa da tempestade no vidro frágil
que o amor - o amor é o beijo de Klimt
- o amor é o amplexo na poesia de Klimt

O universo-bolha é um universo-concha
na qual nos fechamos bivalves
- bivalves moluscos na concha do universo-concha
moluscos bivalves que somos em conchas bivalves
sendo o universo uma bolha soprada
- soprada na soprada do soprano
que canta soprano
- a soprano canta a cantora na cantata
canta e canta o amor que encanta e imanta a santa
enquanto nos afastamos do mundo
- do mundo imundo que nos atira pedras
afastamo-nos num mundo-bolha que o amor soprou
e fez chão com relva para nós deitarmos e rolarmos
- nós e as ervas em relva
acariciados pela brisa que toca a bolha envolta em concha bivalve
- a brisa que bate um ritmo no pára-brisa do violinista azul
que sopra outra bolha
- uma bolha de sabão saída do violino soprano
que toca suavemente o amor com bolha no coração
- nosso amor soprado soprano em bolha
pelo violino em bolha do violinista verde
o violinista verde
- verde erva do amor
verde amor de erva
que forra o chão em derrame de vida verde
- verde, verde de ver-te com verdes olhos no vazio
com órbitas verdes olhando das beldroegas arraigada ao solo calcáreo
- seus olhos verdes perdidos pelas ervas daninhas e boninas ao rés-do-chão
esparsos no verde de ver-te no que verte neles
que é o ver-te com olhos verdes de ervas na erva daninha
que não dana o solo
mas é dona dona da terra e do céu de anil a anum

REFERÊNCIAS : poesia pelo avesso : a erva daninha que não dana o solo- a erva daninha não dana o solo : a erva daninha é dona do solo em bolha de amor - bolha de amor e poesia.
A erva verde de teus olhos é dona da terra - dona da terra de anil a anum - de anil a anum a erva verde de teus olhos é dona da terra : a erva verde dos olhos teus. ( estribilho :
E o amor - o amor é o beijo de Klimt - é o amplexo na poesia de Klimt ).
olhos verdes esparsos no verde de ver-te, verdes olhos esparsos no verde de ver-te, olhos verdes esparsos nas ervas, olhos verdes esparso pelas ervas no chão - ao rés-do-chão.No vazio os olhos sem orifícos, perdidos, perdidos pelas ervas daninhas, no vazio dos orifícios, nas ervas daninhas e boninas, ervas boninas: com órbitas verdes olhando das beldroegas - das beldroegas olhando ém órbtias versdes, que forram forrageiras o chão, o chão das forrageiras, forrageiras que forram o chão em derrame de vida, derrame de vida em ervas, ervas verdes na beldroega, a simples beldorega em solo, solo calcáreo - solo calcáreo das beldroegas, verdes bobas - bobas verdes as beldroegas..
Nosso amor soprado soprano soprana em bolha , na bolha do coração nosso amor soprano soprado pela soprana sem coração em bolha sem rolha - pobre bolha sem rolha! Amor soprado e tocado pelo violinista verde, tocado e soprado vionista verde com o violino em verde erva do amor : a verde erva do amor no violino do violinista verde. A soprana canta soprano na canta, canta soprano a soprano na cantata que canta por si, em si bemol maior sem a soprano tola e vaidosa.Ah! vaidosa! ( Estribilho)
Uma bolha de sabão saída do violino soprano - bolha de sabão do violino soprano que desce na chuva azul do violinsita azul molhado de chuva azul celeste o violinista azul celeste, a chuva que curva a turva chuva : a chuva turva em curva de corvo, corvo de céu curvo ao turvo.
( Estribilho)
Acariaciados pela brisa na bolha do amor, a bolha do amor na brisa envolta em concha bivalve - a concha bivalve envolta na concha do amor, a concha que o amor faz para se proeteger em molusco, que o amor é molusco frágil, frágil vidro soprado em bolha de vidro - bolha de vidro que a tempestade esbofeteia sem piedade : sem piedade a tempestade ebofeteia o vidro, o vidro soprado em bolha de vidro, que o universo-bolha é universo-concha, universo concha na bolha de sabão do amor e universo-bolha na bolha de vidro do amor molusco - frágil amor molusco bivalve, em conha bivalve do amor de molusco que temos. Ai! que o amor é um universo pulha, universo pulha na tempestade furiosa que bate no vidro da bate - a tempestade furiosa que bate na bolha de vidro, que dá um tapa no vidro, a tempestade que com um tapa quebra o vidro que tapa a bolha então desfeita . Oh! universo pulha desfeita a bolha do amor, que o amor sem bolha é universo pulha, que pega vírus e morre - pega vírus e morre o amor sem bolha que o separe do universo fora da bolha : é pulha o universo do amor sem bolha : o amor é pulha.O amor é um universo desenhado e desdenhado, universo desenhado e desdenhado - o amor.( Estribilho)
O amor nasce com a poesia, nasce com a poesia o amor, que o amor é amplexo na poesia de Klimt : o amor é o beijo de Klimt - o beijo na poesia plástica de Klimt. O amor quer fugir, pelas asas, pelas asas da mariposa amarela o amor quer fugir - o amor quer fugir nas asas da mariposa, por isso o amor foi amarrado nos desenhos, o amor foi amarrado nos desenho de Giotto e Fra Angelico, nos desenhos de Giotto e Fra Angelico foi amarrado o amor para não fugir voando nas asas da borboleta que bate o caos - com uma batida de asa espanta o caos, o deus Caos e a teoria do Caos. No vitral da catedral os dedos, Giotto e Fra Angelico deixram os dedos nos vitral da catedral, no vitral da catedral os dedos de Fra Angelico e Giotto disseram o amor, disseram e deixaram amarrados no desenho o eterno amor - amarrados os enamorados em eterno amor, que nunca é eterno.O ritmo dos dedos de Giotto e Fra Angelico, Giotto e Fra Angelico prenderam o amor ao ritmo dos dedos no desenho e pintura que deixou o amor em prisão vítrea : a vítrea prisão do amor na bolha de vidro - o amor soprado em bolha de vidro; em bolha de vidro foi soprado o amor, que deu vida à bolha de vidro. A bolha de vidro é a prisão vítrea da mariposa, sendo o amor a mariposa na prisão da bolha de vítrea, a mariposa prisioneira, a mariposa feito prisioneira na bolha vítrea. O maor de vidro soprado de vidro na bolha, vidro em bolha que pousa na janela feito borboleta e acaba borboleta presa na vidraça, presa a borboleta atrás da vidraça.Borboleta são bolhas de vidro, bolhas de vidro pousadas na janela e o vidro da janela, bem como o amor em bolha de vidro é uma borboleta pousada na janela. ( Estribilho)
De tanto amar o mar em concha bivalve, amar o mar preso em concha bivalve para o ouvido, concha bivalve de amor, de amor bivalve concha que ouve o mar, de tanto amar o mar no mar que ouve. O maor é molusco bivalve , frágil molusco bivalve em cocha e bolha, na bolha e concha do amor, na concha e bolha de sabão que vela o amor, na vela padrão da estrela, na vela padrão da estrela cefeida, vela da variante cefeida que luz a luz da vela variante no vento, vento - variantes cefeidas: tempo, tempo-luz - cefeida de tempo ano luz de viagem, viagem pela luz no tempo. na bolha asséptica onde a lua flutua, nua na bolha asséptica a lua fltua nua. Na bolha asséptica, quanto universos de amor sopramos, quantos universo de amor em bolha sopramos, sopramos em bolhas de sabão e vidro, bolhas no sabão e vidro. No universo oníricos, oníricos na terra do sonho, no universo em terra do sonho, oníricos nos olvidamos, nos olvidamos oníricos. ( Estibilho: )
No meio caminho das trevas ao anum, no caminho das trevas ao anum, o anu-preto, na regranegra da noite o anu-preto impera, o anu-preto é o impera nas trevas, imperador das treva so anu-preto vela as trevas e desvela a cefeida que vela, vela padrão de cefeida, variante vela. Sob a luz bruxuleante, sub luz bruxa bruxuleante de amor padrão, bruxa de amor padrão, cefeida a cefeida de amor padrão na vela padrão que val a bruxa do amor padrão.

OTTO BAYER : A SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO

Passarinho passarinho /
vinha no vinho a caminho /
vinho em vinha com gavinha /
no linho Minho e Douro doutro /

Vinha vinho /
sozinho sem ninho passarinho /
pelo caminho vinha vinho em mim /
eremita sem ninho /

Passarinho sem ninho /
aninho no Minho vinho /
Minha vinha é Minho ninho /
ninho mesquinho no vinho de vinha /
- pergaminho de ninho /

Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
que nem creio que exista outro ser humano vivo plantado com raiz na terra /
nem neste mundo de onde vinha /
ao vinho do vizinho /
nem no mundo vizinho /
o universo-bolha dos físicos loucos /
poucos loucos roucos moucos soltos /
- soltos léguas a pé de mim /
alqueires a pé de goiabeira mangueira laranjeira sabiá-laranjeira /
cajueiro abacateiro coqueiro vespeiro /
pé a pé até o sopé do pé de pequi /
pé ante pé ao pé do pequizeiro /

Monge - lanço o grito de Munch longe léguas de terras /
alqueires infindos de terras sem cabeças de ervas erguidas do solo /
a uma distância dos outros ermitões /
mensurada em velas padrão /
pelo padrão de velas de cefeidas /

Sou só na terra - monge sem fé no Salvador Dali /
incréu em um universo paralelo lelo alelo belo anelo velo de ouro /
ou vida paralela lela Alela bela vela padrão /
no cão na constelação do Dragão /
e do Cão Maior ao Menor /
( Não estou só /
porque canta a aurora iluminada às cegas nas aves canoras /
Não estou só - sou só! /
Solitário e único na terra imensa para um só - monge ) /

Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
não tenho caminho /
vinho vinha vizinha /

Vinha vindo - e bem-te-vindo bem-te-vi bem-ti-vi /
Vinho eu bem-te-ver bem-te-vinho /
Bem-te-vendo bem-te-vi bem-te-vinha /
Que eu bem-te-veja como bem-te-vi bem-ti-vi /

Sou tão sozinho passarinho /
me dê um canto no teu ninho /

Quero-quero que quero Quero-quero /
um cantinho no teu ninho /
terém-terém teque-teque /
teque-teque terém-terém /

Teque-teque teque-teque /
teque-teque que te teque-teque /
terém-terém terém-terem /
- Terém-terem te terém-terém /

Sou tão sozinho passarinho /
que quando morrer bem velhinho /
ficarei flertando eternamente com a lua /
Aleluia /

Passarinho passarinho /
passarão meus olhos /
porém não meu olhar - para a lua /

REFERÊNCIAS : IMAGEM DA LUA CHEIA : PLENILÚNIO - LUA CHEIA : PLENILÚNIO, LUNA, LUNA, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, BRITÂNICA, ENCILOPÉDIA, BRITÂNICA, TERÉM-TERÉM, BEM-TE-VI, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, TERÉM-TERÉM, QUERO-QUERO, TUCANO, QUERO-QUERO, TUCANO, LUA, NOVA, LUA, CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, LUA CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, FASES DA LUA, FASES DA LUA, PASSARINHO, PASSARÃO, PASSARINHO, PASSARÃO, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHOS, VELHINHO, MORRER, OLHOS, VELHINHO, MORRER, CANTO, CANTINHO, NINHO, CAMINHO, CANTO, NINHO, SOZINHO, CAMIMHO, VIZINHA, VINHA, VINHO, VIZINHA, VINHO, VINHA, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, CÃO MAIRO, CAO MENOR, CONSTELAÇÃO, CÃO MAIOR, CÃO MENOR, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, OBRAS : O GRANDE MASTURBADOR, SALVADOR DALI, OBRAS: O GRANDE MASTURBADOR, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, OBRA: O GRITO, MUNCH, OBRA: O GRITO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, UNIVERSO PARALEO, AVES CANORAS, UNIVERSO PARALELO, AVES CANORAS, ROUXINOL, SABIÁ, ROUXINOL, SABIÁ, BELO, ANELO, ALELA DIANE, BELO, ANELO, ALELA DIANE, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, ALQUEIRES, LÉGUAS, INFINDOS, TERRAS, ERVAS, ALQUEIERS, INFINDOS, TERRAS, LÉGUAS, ERVAS, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLA, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLHA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, VESPEIRO, ABACATEIRO, CAJUEIRO, VESPEIRO, CAJUEIRO, ABACATEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, SABIÁ-LARANJEIRA, SABIÁ-LARANJEIRA, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO E DOURO, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO, DOURO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, PLANTADO, MUNDO, PLANTADO, MUNDO,VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, VODKA, OTTO BAYER, OTTO DIX, OTTO BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, MOTOR OTTO, GRIEBEL, GRIBEL, DIX, OTTO GRIBEL, DIX, MIULLER, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, MULLER, OTTO CARPEAUX, MULLER, , OTTO MOTOR OTTO, MULLER, OTTO MULLER, OTTOMULLER, OTTOMULLER, OTTO MULLER, OTTO MULLER , OTTO MULLER , OTTO MULLER , OTTO MULLER SOLIDÃO, OTTO MULLER SODIDÃO DO ARTISTA , SOLIDÃO DO ARTISTA, OTTO MULLER, SOLIDÃO DO ARTISTA OTTO MULLER , SOLIDÃO DO ARTISTA OTTO MULLER, OTTO MULLER SOLIDÃO DO ARTISTA , OTTO MULLER E A SOLIDÃO DO ARTISTA OTTO MULLER , SOLIDÃO. OTTO BAYER, A SOLIDÃO EREMITA , OTTO BAYER E A SOLIDÃO EREMITA - OTTO BAYER E A SOLIDÃO EREMITA , A SOLIDÃO EREMITA DE OTTO BAYER - OTTO BAYER : SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO , OTTO BAYER E A SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO, OTTO BAYER E A SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO, OTTO BAYER E A SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO - A SOLIDÃO EREMITA DO SÁBIO OTTO BAYER - OTTO BAYER E A SOLIDÃO ERMETIDA DO SÁBIO : OTTO BAYER - O SÁBIO E A SOLIDÃO EREMITA.
- VINHA NO VINHO A CAMINHO / A CAMINHO VINHA NO VINHO / GAVINHA EM LINHO DE MINHO E DOURO / GAVINHA EU NO MEU MINHO DO VINHO E DOURO / SOZINHO SEM NINHO PASSARINHO / PASSARINHO ZOZINHO SEM NINHO / EREMITA NO NINHO / NINHO NO EREMTA / MESQUINHO PERGAMINHO AO VINHO / PERGAMINHO MESQUINHO AO VINHO TINTO / UNIVERSO-BOLHA DOS FIÍSICOS LOUCOS / UNIVERSO-BOLHA DOS FÍSICOS LOUCOS / POUCOS FÍSICOS ROUCOS, MOUCOS, / POUCOS FÍSICOS ROUCOS, MOUCOS / SOLTOS LÉGUAS A PÉ DE MIM / SOLTOS LÉGUAS A PÉ DE MIM / ALQUEIRES A PÉ DE GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA , SABIÁ-LARANJEIRA /ALQUEIRES A PÉ DE GOIABEIRA, LARANJERIA, MANGUEIRA, SABIÁ-LARANJEIRA /