quinta-feira, 10 de setembro de 2009

FLOR : EPIFANIA DE AMOR VEGETAL


Um bar pode ser o pior lugar do mundo / tendo por companhia o rebotalho /

Contudo, diante de uma garrafa de cerveja / o ser humano se sente livre de si / do peso de sua existência incômoda / livre da ansiedade sexual, moral, econômica / do jugo social que começa com a pressão do grupo familiar / e termina com o mal menor que é o casamento, / a polícia, o médico, o padre; enfim, as instituições que nos coagem legalmente /

O homem tende para a individualidade exacerbada / mas a individualidade o assusta / deixa-o náufrago na ilha de solidão do Robinson Cruzoé / que existe na terra das ilhas Maldivas formadas dentro de nós / longe da proteção da manada que o ajuda a trotar nas campinas / ou no logradouros públicos das cidades / onde a selva está à sombra das palavras em flor / ( frases e orações são armadilhas letais ) /
Então o ser humano se refugia no bar / na toca da cerveja e do cigarro / escondendo-se na multidão dos ébrios estúpidos / na associação precária dos papalvos, fanfarões e falastrões contumazes / que abdicaram de toda pretensão à individualidade / para se tornarem a massa popular / o ser liquidado no líquido saboroso e relaxante da cerveja / ou dissolvido nas doutrinas de igrejas, ciências ou filosofia / que liquidam o ser mais que o álcool ou o cigarro / ou a peste negra, a gripe espanhola, a inquisição espanhola / ardendo nas labaredas do cérebro de Torquemada /

O ser humano se refugia no casamento / ou na arte, ciência ou qualquer atividade que o faça olvidar-se / esquecer-se no líquido amarelado, tinto ou branco / fugindo das masmorras frias que é a individualidade radical / dessa raiz que nos prega ao solo da subjetividade / e leva a beber e imergir no lençol freático corrente em nosso vasto universo interior / uma terra longes plagas da terra Prometida / Canaã dos cananeus, terra dos Refains, Ananquins, Gibborins, Zamzummins e Emins / todos gigantes da raça dos Nefilins de que fala o Deuteronômio / ( os Nephilins eram os anjos caídos por terra / aqueles plantados com a face na poeira dos caminhos : os Refains ou anjos decaídos / de volta ao pó, morada dos mortos ) /

O casamento é uma prisão institucional, metafísica, /
que o previne contra os inimigos externos / colocando inimigos internos dentro do castelo / a fim de assustar os inimigos sitiantes externos / e espantar a solidão de todos os recantos do espaço e dos esconderijos do tempo / ( o casamento é um bom espantalho e cuida para que um deus não fuja do lar com a garrafa de cerveja / esquecida no sono do bêbado familiar ) / Um animal solitário é presa fácil às feras / é uma criança no escuro com medo da besta de sete chifres que comanda o mundo / da besta que a ciência do Apocalipse descobriu emergindo como outro ser da terra / ( a besta urrando lá fora na voz tétrica do vento ululando a cavaleiro dos lobos / a fera mesclada ao fantasma penitente da solidão / e à alma penada ou alma-de-gato da criança afastada do rebanho / é um prenúncio de fim de mundo subjetivo / o mundo que acaba primeiro, antes das estrelas caírem ao som das trombetas dos anjos / levantando o pó do solo que havia se juntado num corpo humano / e acendido com o sopro de fogo a alma de Adão / ligando-a à a energia emanada da terra / aos deuses da química, física, eletromagnetismo e eletricidade / que mantém o pó de Adão unido e composto / até que que essas energias divinas escapem / e levem o corpo a cair na decomposição / na qual o pó que subiu até o anjo / descer ao solo no giro em espiral da folha decídua / figura vegetal do anjo caído com o rosto no pó / os refains bíblicos / os falecidos no outono amarelento anotado nas folhas das planatas caduciforme /

Todavia, um ser humano em meio ao rebanho de zebras familiares / pode se defender ou se esconder da sanha dos leões / ( é o caso das "zebras" casadas / na companhia de esposa e filhos / micro rebanho que confunde os leões com listas de pijamas ou listras da camuflagem pintadas pela ciência vegetativa / que se expressa no instinto de conservação e de procriação / quando é conceituada na complexa e vegetal paixão do amor ciência livre e pendurada nos esgalhos da sabedoria natural ) /

Nesta associação do rebanho / as mulheres historiais se vendem sob várias formas : / vão à igreja para se venderem / ( prostituição sagrada) / ou aos vários mercados do amor / onde se regateia o preço do sexo / porque a fêmea na natureza é a origem da troca e de continuação genética / é a flor que desabrocha no momento vegetal do amor / pois o amor é atividade vegetativa na flor / que é o momento de amor ou sexo no vegetal / ( a flor do amor vegetal no ser humano e nos animais / desabrocha no sistema nervoso autônomo / e desce ao aparelho geniturinário / à região sacra / em forma de semente no homem / e de óvulo ( eufemismo para ovo ) na mulher ) /

A necessidade de individualizar o amor / é a garantia do macho de exclusividade sexual / cujo escopo é certificar o destino e origem de sua prole / o que faz o macho porfiar contra seus adversários pela posse do território e fêmeas / até a morte ou até a "outra" vida que ele deixará perpetuada por seus genes / manisfestada nos fenótipos de sua prole /

Macho e fêmea ( princípio vegetal do amor manifesto nos animais ) / procuram o máximo de parceiros sexuais com bons genes disponíveis / possibilitando a mais rica hibridação genética possível /
A manifestação do amor vegetal / que é pacífico como sói à imobilidade vegetal / no animal se transforma na primeva guerra mundial / cujo Front é o jângal /

No ser humano, que é um ser simbólico e simbolizador / esse amor vegetal, vegetativo que caminha pelo jardim do Éden / paraíso que é hoje conhecido na terminologia científica com sistema nervoso autônomo / ou sistema nervoso vegetativo / bifurcado pelas palavras em sistema nervoso simpático e parassimpático / toma o rumo da metáfora e se modifica no amor romântico / um sentimento piegas criado pela necessidade social e política de dominar / pela supressão do saber originário do "Bem" e do "Mal" / árvores que se desviam dos olhos pelas curvas no espaço e tempo / curvas geométricas e físicas feitas pelas palavras / que têm o poder de traçar conceitos e figuras para o invisível / porquanto as palavras tem o poder de esconder o paraíso sob seu manto negro / maculado pela noite tediosa e depressiva /

Destarte, os homens e as mulheres / perdidos no bombardeio da guerra semiológica das palavras / não sabem mais do vegetal que são / tampouco têm consciência do animal em seus corpos / e se tornaram a abstração do homem e da mulher / seres de sombras / sombras de seres / rebaixados a ser menos que os animais e os vegetais / a um ser menor que o ser dos animais e dos vegetais / porque nada sabem sem palavras / pois as palavras trazem menos conhecimento que a linguagem animal / que lê o mundo com perfeição / e escreve com os signos da ação / exprimindo em ação vegetativa / a filosofia vegetal implícita na divina flora : / a deusa Flora é a primeira senhora do paraíso / ( Nossa Senhora do Paraíso / Madonna do Jardim do Éden ) /
Os vegetais constituem o único e real paraíso terrestre / por isso os homens anelam tanto pelo amor / embora essa paixão para eles esteja soterrada sob camadas de terras de vocábulos /

Os poetas, inobstante, são os únicos seres humanos / que sabem acessar a herança vegetal e animal / que existe intocável no ser humano / na forma mental e simbólica do centauro / forma essa que é o veículo de passagem do ser humano pelo universo natural / que o leva ao mergulho no mundo vegetativo / através da idéia mitológica do centauro / que é um método e fórmula simbólica e poética / na qual se misturam corpos químicos, físicos e eletromagnéticos / no sortilégio de poder cuja função é fazer emergir o homem / ainda alienado sob a forma de poeta ou artista / mas capaz de sentir e ler os signos da natureza / utilizando a vastíssima erudição presente na linguagem dos animais / e o saber da seiva que abre caminhos vegetais na sensibilidade do artista /

O poeta reconstruiu-se para além das palavras que escreveu / nos axiomas e postulados da vida / que são as suas poesias ou obras de arte /

Poetas são cientistas e filósofos da vida / cientistas e filósofos vegetativos / não meros compiladores do saber sobre a vida / daquele pobre saber conceptual, terminológico, metodológico, / que caracteriza o parco conhecimento da biologia, botânica, zoologia, / ou qualquer outra ciência cujo objetivo seja conhecer a vida / na esfera mínima do saber e máxima do conhecimento por vocábulos / e não no sentido lato da linguagem dos animais / e do misterioso saber que perpassa as ramas dos vegetais / ( guardiãos dos segredos tangidos pelo vento e arquitetados nos vespeiros / que fazem lastro em suas folhas / repositórios dos segredos mais profundos e densos da vida / os vegetais são os maiores sábios da vida ) /

O poeta não quer simplesmente conhecer / tarefa do cientista e do filósofo / porquanto o conhecimento se restringe a vocábulos / assim como tudo o mais que o "logos", o verbo, ou as categorias exprimem em lógica : / - o poeta quer saber a vida / ( não saber sobre a vida, pois esse saber é ato natimorto ) / quer provar com os sentidos o sabor em si / o gosto vivo e vital da sabedoria / - rama mestra da ciência vegetativa /

El paraiso según Bruegel.
"El jardín del Edén", de Hieronymus Bosch

El Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA: ÉDEN) (en hebreo עדן) ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HEBREO ) es, según el relato bíblico ( GOOGLE, WIKIPEDIA: RELATO BÍBLICO ) del libro del Génesis ( WIKIPEDIA: GOOGLE ?: LIBRO DEL GÉNESIS ) , el lugar donde habría puesto Dios al hombre ( GOOGLE, WIKIPEDIA: DIOS, HOMBRE ) después de haberlo creado a partir del polvo de la tierra ( GOOGLE, WIKIPEDIA: POLVO DE LA TIERRA) .

Y Dios plantó un huerto ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HUERTO) en Edén, al oriente ( GOOGLE, WIKIPEDIA : ORIENTE ) ; y puso ahí al hombre que había formado.
Tomó, pues, Dios al hombre, y lo puso en el huerto del Edén, para que lo labrara y lo guardase. Génesis 2:15 REFERÊNCIAS :
La palabra paraíso ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: PARAÍSO ) procede del griego ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN, LENGUA : GRIEGO ) παράδεισος, paradeisos (en latín paradisus) ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: LENGUA : LATÍN) , usado en la Septuaginta ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , LENGUA : SEPTUAGINTA) para aludir al Jardín del Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : JARDÍN DEL ÉDEN) . El término griego( WIKIPEDIA, GOOLE, ETNIA : GRIEGO ) procede a su vez del persa ( GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : PERSA) پرديس paerdís, ‘cercado’, que es un compuesto de paer-, ‘alrededor’ (un cognado ( GOOGLE, WIKIPEDIA : COGNADO ) del griego peri-) y -dis, ‘crear’, ‘hacer’. Fuentes tan antiguas ( GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : FUENTES ANTIGUAS ) como Jenofonte ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFÍA, HISTORIA : JENOFONTE ) en su Anábasis (siglo IV a. C.) aluden al famoso jardín «paraíso» persa. Así, su significado original hace referencia a un jardín extenso y bien arreglado, que se presenta como un lugar bello y agradable, donde además de árboles y flores ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTANICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) se ven animales enjaulados ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTÁNICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) o en libertad ( GOOGLE, WIKIPEDIA : LIBERDAD ) . GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : Isla Robinson Crusoe - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : ISLA ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA: COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA , OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DESNSIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DENSIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, : TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, : TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA : INQUISIÓNS ESPAÑHOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA : INQUISICIÓN ESPAÑHOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA:BIOGRAFIA : TOMÁS TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : TOMÁS TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : GRIPE ESPAÑOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : GRIPE ESPAÑOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : PESTE NIEGRA , NEGRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : PESTE NIEGRA, NEGRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ANTROPOLOGIA : HOMEM , HOMBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA, ANTROPOLOGIA : HOMEM, HOMBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALIDADE - GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALIDADE - GOOGLE, WIKIPEDIA: GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALID - INDIVIDUALIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA : GARRAFA, CERVEJA, LIVRE, LIBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: GARRAFA, CERVEJA, LIVRE, LIBRE - REBOTALHO, EXISTENCIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: REBOTALHO, EXISTENCIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: SEXUAL, MORAL, ECONOMICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: SEXUAL, MORAL, ECONOMICA - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANSIEDADE, ANSIEDAD, SOCIAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: ANSIEDADE, ANSIEDAD, SOCIAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : JUGO, FAMILIAR, FILOSOFIA - GOOGLE, WIKIPEDIA : JUGO, FAMILIAR, FILOSOFIA - GOOGLE, WIKIPEDIA : CASAMENTO, POLÍCIA, MÉDICO, PADRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: CASAMENTO, POLÍCIA, MÉDICO, PADRE - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ILHA, ISLA , NÁUFRAGO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ILHA, ISLA, NÁUFRAGO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ILHAS, ISLAS MALDIVAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : ILHAS, ISLAS MALDIVAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : SOLIDÃO, SOLEDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA: SOLIDÃO, SOLEDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIVRO : ROBINSON CRUZOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIVRO : ROBINSON CRUZOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIBRO : ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIBRO: ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, FAUNA : MANADA, REBANHO - GOOGLE, WIKIPEDIA, FAUNA : MANADA, REBANHO - GOOGLE, WIKIPEDIA, FLORA : CAMPINAS, SELVA, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA, FLORA : CAMPINAS, SELVA, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA: LOGRADOUROS PUBLICOS, CIDADES - GOOGLE, WIKIPEDIA: LOGRADOUROS PUBLICOS, CIDADES - GOOGLE, WIKIPEDIA , LÍNGUA : FRASES, ORAÇÕES, LETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, LÍNGUA : FRASES, ORAÇÕES, LETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, LENGUA: ORCACIONES, LETALES - GOOGLE, WIKIPEDIA, LENGUA : ORCACIONES, LETALES - GOOGLE, WIKIPEDIA: PALAVRAS, PALABRAS, VOCABULOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: PALAVRAS, PALABRAS, VOCABULOS -
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Isla Robinson Crusoe
Localización
País Bandera de Chile Chile
• Región
• Provincia
• Comuna
Valparaíso
Valparaíso
Juan Fernández
Océano Pacífico
Coordenadas 33°38′42″S 78°49′23″O / -33.645, -78.82306
Geografía
Superficie 96,4 km²
Punto más alto 916 El Yunque
Demografía
Población 630
Densidad 6,5 hab./km²
Mapa de la Isla Robinson Crusoe

La Isla Robinson Crusoe, antiguamente llamada Más a Tierra (o Más Atierra), forma parte del ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNÁNDEZ archipiélago chileno de Juan Fernández ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNANDEZ ) . Tiene 96,4 km² y su población fue de 488 habitantes en el Censo de 1992, mientras en el Censo de 2002, el número de habitantes aumentó a 630, mayormente concentrada en el poblado de San Juan Bautista ( WIKIPEDIA, GOOGLE, GEOGRAFIA : SAN JUAN BAUTISTA ) en la Bahía Cumberland, ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : BAHÍA CUMBERLAND) fundado en 1877 por el barón Alfredo Van Rodt. GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA, GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA,ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, COSECHAS, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA: CERES, COSECHA, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA : DIOSA GRIEGA, DIOSA GRIEGA - GOOGLE, WIKIPEDIA:HIMNO HOMÉRICO, HIMNO HOMÉRICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIEGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSES GRIEGOS : CRONO, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEIA, DIOSES GRIEGOS : CRONOS, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA , DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA - GOOGLE, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA -

Deméter o Demetra (en griego antiguo Δημήτηρ o Δημητρα, ‘diosa madre’ o quizás ‘madre distribuidora’, quizá del sustantivo indoeuropeo *dheghom *mater) es la diosa griega de la agricultura, nutricia pura de la tierra verde y joven, ciclo vivificador de la vida y la muerte, y protectora del matrimonio y la ley sagrada. Se la venera como la «portadora de las estaciones» en un himno homérico, un sutil signo de que era adorada mucho antes de la llegada de los olímpicos. El himno homérico a Deméter ha sido datado sobre el siglo VII a. C.[1] Junto a su hija Perséfone eran los personajes centrales de los misterios eleusinos que también precedieron al panteón olímpico. Es fácil confundir a Deméter con Gea o Rea, y con Cibeles. Los epítetos de la diosa revelan lo amplio de sus funciones en la vida griega. Deméter y Core (‘la doncella’) solían ser invocadas como to theo (‘las dos diosas’), y así aparecen en las inscripciones en lineal B del Pilos micénico en tiempos pre-helénicos. Es bastante probable que existiese una relación con los cultos a diosas de la Creta minoica. Según el retórico ateniense Isócrates, los mayores dones que Deméter daba a los atenienses eran el grano, que hacía al hombre diferente de los animales salvajes, y los misterios eleusinos, que le daban mayores esperanzas en esta vida y en la otra.[2

GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , DETERONOMIO : Nefilim - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , DEUTERONOMIO : NEFILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, DETERONOMIO, BÍBLIA : NEPHILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, DEUTORONOMIO : NEPHILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, LENGUA : HEBREO - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, LENGUA : HEBREO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : JUDÍOS, CRISTIANOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : JUDÍOS, CRISTIANOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : HIJOS DE DIOS, ELOHIM, ADAM - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : HIJOS DE DIOS , ELOHIM, ADAM - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : GIGANTES, TITANES - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : GIGANTES, TITANES - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : NEHILA, CONSTELACIÓN DE ORION - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : NEPHILA, CONSTELACIÓN DE ORION - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ARAMEOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ARAMEOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA : DILUVIO UNIVERSAL - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA : DILUVIO UNIVERSAL - GOOGLE, WIKIPEDIA, PAÍSES : LÍBANO, SÍRIA, PALESTINA, ISRAEL - GOOGLE, WIKIPEDIA: PAÍSES : LÍBANO, SÍRIA, ISRAEL, PALESTINA - GOOGLE, WIKIPEDIA, POVOS : FILISTEOS, FENICIOS, GRIEGOS, JUDÍOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, POVOS : FILISTEOS, FENICIOS, GRIEGOS, JUDÍOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOABITAS, AMONITAS, EMITAS, CANNAÁN - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOABITAS, AMONITAS, EMITAS, CANNAÁN - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ANTIGUA TRIBU CANÁNEA, CRETA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : CANÁNEA, CRETA - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COLINAS DE JUDÁ - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COLINAS DE JUDÁ -GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : LLANURA FILISTEA - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : LLANURA FILISTEA - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORAH : OG, MAGOG, CAFTORIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORAH : OG, MAGOG, CAFTORIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, FILISTEOS : LAHMI, LAHMU, GOLIAT - GOOGLE, WIKIPEDIA, FILISTEOS : LAHMU, LAHMI, GOLIAT - GOOGLE, WIKIPEDIA: Hebrón, Debir, Anab, Gaza, Gath, Ashdod - GOOGLE, WIKIPEDIA : HEBRÓN, DEBIR, ANAB, GAZA, GATH, ASHDOT - GOOGLE, WIKIPEDIA: PUEBLOS NEPHLIM : EMITAS, REFAITAS, ANAQUITAS - GOOGLE : PUEBLOS NEPHILIM : EMITAS, REFAITAS, ANAQUITAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, APOCRIFOS: LIBRO DE ENOC, NOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA: APOCRIFOS: LIBRO DE ENOC, NOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOAB, LOT, ANAC, ARBA, CALEB - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ: MOAB, LOT, ANAC, ARBA, CALEB -GOOGLE, WIKIPEDIA: REFAIM, REFAIM - GOOGLE, WIKIPEDIA: REFAIM.

Los Nefilim o Nephilim (en hebreo הנּפלים, nefilim, "los caídos") son, en la Biblia y otros escritos religiosos judíos y cristianos tempranos, un pueblo de gigantes o titanes hijos de los "hijos de Dios" (בני האלהים, bnei ha'elohim) y las "hijas del hombre" (banot ha'adam) (Génesis 6:1-4). Según la traducción, el término nefilim se ha traducido variadamente por "gigantes", "titanes" o aún se ha dejado en el original hebreo. Para los arameos, el término Nephila se refirió específicamente a la constelación de Orion, y así los Nefilim serían descendientes medio divinos de esta constelación. Según la Biblia, los Nefilim aparecen como la causa del aumento de la maldad de la humanidad.

Aconteció que cuando comenzaron los hombres a multiplicarse sobre la faz de la tierra y les nacieron hijas,

al ver los hijos de Dios que las hijas de los hombres eran hermosas tomaron para sí mujeres, escogiendo entre todas.
Entonces dijo Yahvé: «No permanecerá para siempre mi espíritu en el hombre, porque ciertamente él es carne; pero vivirá ciento veinte años».

Había gigantes en la tierra en aquellos días, y también después que se llegaron los hijos de Dios a las hijas de los hombres y les engendraron hijos. Estos fueron los hombres valientes que desde la antigüedad alcanzaron renombre.
Génesis, 6, 1-4

El diluvio universal, y como consecuencia la destrucción de toda la humanidad fue provocada por estos seres, que no habrían sido creados según los planes de Dios, no tienen capacidad espiritual y por tanto no tienen resurrección.[1] Similarmente se trata según otras versiones, de la descendencia de los ángeles caídos y las hijas de Adán, de donde surgió esta raza con el fin de sabotear los planes de Dios, cruzándose y contaminando la descendencia de Adán. (Ne-phil'-im, significa los caídos). La palabra Refaim se interpreta también como fallecido o muerto. Pueblos Nefilim : De acuerdo a la tradición rabínica, los Anakim (anaquitas), Refaim (refaitas), Gibborim, Zamzummim, y Emim (emitas), son de la misma raza Nefilim, y todos son nombres que se traducen por "gigantes". Refaitas: Se habla de ellos como de una antigua tribu canánea, que vivía en las colinas de Judá y en la llanura filistea (Hebrón, Debir, Anab, Gaza, Gath, Ashdod).Habitantes originales de Canaán, ocupaban el Líbano y el área del Monte Hermon, se separaron al norte de la costa de Siria y Transjordania donde construyeron una cadena de ciudades fortificadas. Vivían en la región que más tarde ocuparon los moabitas y los amonitas, los primeros les llamaron emitas, y los segundos les llamaban zomzomeos.En la época patriarcal, el rey Quedorlaomer y sus aliados los subyugaron cuando invadieron Transjordania. En la parte occidental de Palestina, se aliaron y entrecruzaron con los Caftorim, que habían venido desde Creta y se establecieron en las áreas costeras, siendo conocidos como filisteos y fenicios. En el relato bíblico en el que "Israel derrota a Og rey de Basán", se señala que luego de la campaña por diferentes territorios,

Porque únicamente Og rey de Basán había quedado del resto de los gigantes. Su cama, una cama de hierro, ¿no está en Rabá de los hijos de Amón? La longitud de ella es de 9 codos, y su anchura de 4 codos, según el codo de un hombre.
Deutoronomio 3,11

El filisteo Goliat, habría sido refaíta y medía seis codos y un palmo de estatura (cerca dos metros y medio a tres metros), su hermano fue un gigante que se llamó Lahmi ("de pan" o bien "de Lahmu"). Algunos sugieren que habrían construido muchos de los monumentos megalíticos que se encuentran en Transjordania, especialmente los "dólmenes" en las cumbres de los montes. Estos eran tumbas formadas por grandes losas de piedra con forma de una habitación: cuatro losas formaban las paredes y una el techo. Como no se ha encontrado ni una sola tumba no profanada, y no se han recuperado utensilios ni trozos de cerámica de ellas, no se sabe quiénes las levantaron ni en qué tiempo fueron erigidas esas estructuras [cita requerida]. Anaquitas : El nombre (anak = gigante) se explica en el Midrash con una indicación de que llevaban cadenas al cuello. Anac, era hijo de un Refaíta, probablemente hijo de Arba, y sus hijos fueron Sesai, Aiman, y Talmai, cabezas de los clanes arameos. Estos nombres parecen ser arameos, pero su significado no es claro. Los Anakim fueron vencidos por Caleb. Emitas : Cuando Yahvé da la tierra de Moab, a los hijos de Lot, se dice que esa tierra había sido habitada por los emitas, pueblo grande, numeroso y corpulento como los anaquitas'. Interpretación según religiones : Visión judía tradicional : Según la visión judía tradicional, derivada o que derivo en el Libro de Enoc, los progenitores de los Nefilim fueron una clase particular de ángeles - los Grigori (Observadores) -, aunque hay controversia en este punto. También se ha dicho que, uno de los propósitos de Dios al inundar la Tierra en tiempos de Noé (historia del diluvio universal), fue deshacerse de los Nefilim.La referencia Bíblica de Noé acerca del "perfeccionamiento en sus generaciones" puede hacer referencia a la idea de "limpieza de la línea de sangre" de los Nefilim; del cual se puede inferir que según el relato, no habría ascendencia Nefilim en la famila de Noé, ni entre sus tres nueras.

Flora y Céfiro, por Bouguereau.

Amor Vincit Omnia (‘Amor lo conquista todo’), una representación del dios del amor, Eros, por Caravaggio, c. 1601–1602.

Fuente de Ceres en el Jardín del Parterre de Aranjuez.

Diosa Ceres sedente siglo I d.C, Museo Nacional de Arte Romano de Mérida

Ceres (Deméter), alegoría de Agosto: detalle de un fresco de Cosimo Tura, Palazzo Schifanoia, Ferrara, 1469-70.

Estatua romana de Deméter (s. III, Prado, Madrid).



ANJO VIAJANDO DENTRO DA ALDEIA ONÍRICA


De olhos fechados sou anjo / de olhos abertos estou morto /

De olhos fechados sou anjo /
olho para dentro do sonho /
e vejo tudo o que faço dentro da minha aldeia onírica /

De olhos abertos sou homem /
e portanto estou condenado a trabalhos forçados /
pela sociedade que criou o crime implícito de pobreza /

De olhos fechados sou anjo /
mas com os olhos abertos estou morto /
condenado à morte pelo sistema social /
que me executa a cada dia que abro os olhos /
( Abro os olhos para o pesadelo /
abro os olhos e vejo o tétrico, o macabro carrasco negro de todos os dias!!! ) /

De olhos abertos estou morto /
com os olhos vidrados /
mas de olhos fechados sou anjo /


A vida no relógio solar se bifurca em noturna e diurna /
De olhos abertos à luz dilucular e fechados pelas vendas das trevas / assim era a máscara teatral do homem das cavernas / cujo fogo era calor e luz para encetar a indústria e desvendar a noite / ( Lua, aglomerados de galáxias e nebulosas desvelavam criaturas noctâmbulas ) /

De olhos fechados sou anjo / e o fato que é o sono é transformado pelo meu ato onírico : / o sonho é uma terra e uma indústria toda e exclusivamente minha /
sem alba longa ou estrela vespertina varrendo a sujeira do lusco-fusco /
que precede o rebanho de trevas chiando para os olhos com som de matéria negra /

De olhos abertos sou homem / e estou morto e sepultado nas hierarquias sociais / cumprindo pena em algum asilo ou colônia penal / no ofício de poeta, advogado, jornalista, professor... / cumprindo a missão do e sacerdócio ou auferindo lucros como empresário, / perdendo como jogador ou investidor na bolsa de valores... / sempre amarrado e amordoçoado em várias instituições / que me levam de um lugar a outro algemado e com policiais com fuzis ; / policiais com a bíblia ou com o jargão da psicologia, medicina, da ciência, filosofia... / apontando-me uma arma semiológica /
ditando-me normas as quais sou coagido a obedecer /
sob pena de perder o emprego e morrer de fome e frio / no abandono do mendigo nas ruas e do dervixe no mundo /
( ao menos o dervixe renunciou ao mundo /
enquanto o mendigo apenas foi vítima do capitalismo ) /

De olhos fechados sou anjo / e posso usufruir em plenitude do amor de uma mulher / tendo a liberdade e o poder de fazê-la feliz / conforme os desejos dela e meus unidos macho e fêmea no amor vegetal da natureza / cuja função é realizar a construção da ponte que liga a tensão macho e fêmea / que culmina no prazer inenarrável do orgasmo /
ápice do
ato de liberdade e privacidade hermética / que somente poderá haver entre eu e ela na tensão resolvida do amor sexual /
e da qual
não pode participar um terceiro nem de oitiva / quer seja esse terceiro outro ser humano /
ou mesmo a lei, a religião, o interesse econômico, social, o casamento... / enfim, as amarras sociais que impedem de se chegar ao orgasmo / porque sob os asilos toda relação de macho e fêmea fica normatizada pelas ciências / que é a opinião de doutos que nada sabem das necessidades reais dos parceiros /
nem tampouco de orgasmo, sexo, privacidade cerrada entre um homem e uma mulher /
( castelo fechado ao mundo que nada sabe do poder sexual /
ativado no ato livre do amor entre o macho e sua fêmea
protegidos na fortaleza do castelo medieval que os separa do mundo dos estúpidos /
dos bárbaros do amor que
somente entendem de ficções e abstrações provadas cientificamente / úteis e válidas tão-somente para pessoas inexistentes /
ou fizeram do ato sexual nada mais que uma masturbação a dois /
um melancólico ato de personagens de dramas ou de vídeos pornos / que podem ser vistos no YouTube ou no google / onde os parceiros fingem ser felizes no amor / quando tudo não passa de uma grotesca comédia / porque não há privacidade no ato sexual /
e consequentemente nem a mais ínfima liberdade /
na ação meramente animal do casal que vende o simulacro do amor /
( a liberdade, o ato livre, gratuito, não venal /
é o único ato capaz de criar conhecimento e amor /
e fundar a existência humana entre a imanência e transcendência /
cuja perspectiva filosofante foi denominada
"existencialismo") /

De olhos abertos sou homem /
porém
não vislumbro no horizonte ao longe / nenhuma mulher individualizada / ( sei que tem algumas escondidas das polícias e políticas sociais, / das leis, normas, ciências e escolas que obrigam através da violência, /
perpetradas pelas bestas apocatípticas que se fazem chamar homens, /
camuflados sob fantasias rotas de leis, ciências, religiões, políticas, /

a prestarem culto à estupidez, à imbecilidade dócil, obediente, subserviente, / que as proíbem de amar / porque amar é ato de liberdade e responsabilidade plena e individual /
é
escolha personalíssima, intimista /
e não o escambo sexual praticado no comércio do amor /
ação livre e consciente e corajosa e temerária /
que se opõem frontalmente aos fatos de interesse da sociedade e da cultura /
cujo escopo é sobreviver do trabalho escravo, servil / e não da atividade livre dos sábios, eruditos, poetas, profetas / ou dos sarcásticos, irônicos filósofos cínicos, que riem da loucura do mundo social
zombam dos asnos de ouro que ostentam falsa erudição) /

As mulheres venais são produzidas em série como as bonecas / e todas brincam de casamento e de amor /
porque esse matrimônio ficto e fútil /
nada mais é que atividade frenética da ninfomaníaca /
da infeliz vulgívaga que se humilha em cada coito /
sem nunca usufruir da bençaõ sagrada que produz o orgasmo / porquanto são incapazes de amar e concomitantemente de serem amadas / de praticarem o amor natural que liga o macho à fêmea / o amor que se revela vegetal na flor, /
cujo poder põe em estado vegetativo
o pensamento e a sensibilidade de dois seres humanos livres, /
porém exilados
do estúpido burburinho da sociedade e da cultura / essas duas bombas atômicas da estupidez / que liquidam mais gente que a fissão nuclear ocorrida em Hiroshima e Nagasaki / graças à estupidez humana que descobriu tamanha sabedoria /
sob a beleza e sabedoria da fissão e fusão nuclear /
mas a utilizou primeiro para destruir, ameaçar e assassinar seres humanos indefesos /


Oh! o amor, sempre sexual, um vegetal posto na flor, /
vegetativo tanto quanto o sistema nervoso autônomo, /
o sistema simpático e parassipático que regula toda a atividade do corpo /
( sistema vegetaitvo que é o fundamento da vida ) /
( a vida : essa entidade natural vegetativa /
essa reminiscência de árvore da vida e árvore do conhecimento /
que plantamos num paraíso simbólico e arquetípico /
que fica para dentro dos olhos fechados
dentro da visão do anjo ) /

De olhos fechados sou anjo / sonho e sei que um homem e uma mulher sábios , livres são felizes / se se abraçarem com a força do amor / desprezando as regras sociais que os separam e que devassam sua intimidade /
normas que legislam para a ruína da sociedade secreta estabelecida entre os amantes /
onde a rosa tinta de sangue se abraça à cruz da vida /
e essas duas colunas erigidas sob a égide da rosa e da cruz /
sustentam o templo do lar e do amor /
de onde o pelicano voará sobre mar em busca de alimentos para a prole /
e voltará com as asas leves porque sabe que não achará à porta do ninho /
uma companheira que traiu seus segredos comuns no conúbio com a igreja /
ou outras instituições que anelam por arrombar a porta /
tomar de assalto o lar e roubar e sequestrar a a amada /
para ela se tornar em uma Jezabel subjugada por idéias e doutrinas sociais /
cuja função é coagir todos sob o padrão de comportamento e pensamento e sentimento piegas /
que vendem com a imagem de Cristo ou da ciência ou jungida à alguma empatia /
de que utilizam para construir subrepticiamente na mulher amada e fiel /
um ser estúpido , bizarro, exótico, odioso, desprezível e traidor /
que trai sua casa quando ouve o estranho sob a sotaina ou as vestes da ciência /
e corta a força do amado pela raiz do cabelo /
entregando-o à sanha dos filisteus que sitiam o lar /
graças ao corpo estranho de Dalila que invadiu sua alma /
pelo vírus da desconstrução criado pelas instituições /
cujo escopo é matar a individualidade da mulher e substituí-la pela figura pública de Dalila /
outro arquétipo para aquela mulher Jezabel /

Com os olhos abertos no despertar do anjo da práxis /
no exíguo espaço do abraço entre o homem e a mulher /
neste retorno recorrente ao princípio de Adão e Eva /
que sempre recomeçam a criação de Deus em cada casal enamorado /
ora como Romeu e Julieta, Eros e Psique, Vênus e Marte, eu e ela... /
sempre figurados na carta vital dos enamorados ; /
aqueles que se amam longe do bulício frívolo do mundo /
têm vigor nos cabelos para construir sua casa livremente /
dentro do exíguo espaço circundante do abraço amoroso, confiante, sincero e puro : /
amplexo que só por si pode acender a lareira do lar / e reparar o coração partido, enfermo, /
com a miraculosa graça que possibilita o vínculo com outro coração /

De olhos fechados sou anjo /
entro dentro de seus sonhos /
e de dentro de seus sonhos olho para dentro de seus olhos /
e vejo seus olhos : /
olho para tudo aquilo que eles viram /

De olhos abertos sou homem /
e estou vivo porque o que vejo está captado pela luz dos seus olhos /
- e vejo de dentro do ninho de anjo que são seus sonhos /

"Y creó Dios al hombre a su imagen, a imagen de Dios lo creó; varón y hembra los creó. (Gn.1.27)." Y de la costilla que Jehová Dios tomó del hombre, hizo una mujer, y trájola al hombre. (Gn.2.22)."


REFERÊNCIAS : WIKIPEDIA, A ENCICLOPEDIA LIVRE - WIKIPEDIA, LA ENCICLOPEDIA LIBRE - GOOGLE - ENCICLOPEDIA BRITANICA - GOOGLE - ENCICLOPEDIA BRITANICA - YOUTUBE - YOUTUBE - WIKIPEDIA, BIOGRAFIA, PINTOR : GUSTAV KLIMT - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA, PINTOR : GUSTAV KLIMT - PINTOR SIMBOLISTA AUSTRÍACO - GUSTAV KLIMT - PINTOR SIMBOLISTA AUSTRÍACO - BIOGRAFIA, GOOGLE - GUSTAV KLIMT - MOVIMIENTO MODERNISTA - BIOGRAFIA, GOOGLE - GUSTAV KLIMT : MOVIMIENTO MODERNISTA - GOOGLE : PABELLÓN DE LA SECESIÓN DE VIENA - GOOGLE : PABELLÓN DE LA SECESIÓN DE VIENA - BIOGRAFIA : OLBRICH - BIOGRAFIA : OLBRICH - WIKIPEDIA, PERSIA, RELIGIÓN : DERVIXES - WIKIPEDIA, GOOGLE, PERSIA, RELIGIÓN : DERVIXES - WIKIPEDIA, GOOGLE: DERVIXE - WIKIPEDIA, GOOGLE : DERVIXE - GOOGLE : FILÓSOFOS CÍNICOS - GOOGLE : FILÓSOFOS CÍNICOS - GOOGLE : DIÓGENES DE SINOPE - GOOGLE : DIÓGENES DE SINOPE - .
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Sansón y Dalila (Pintura de Francesco Morone)

Sansón (Hebreo: שִׁמְשׁוֹן, Šimšon o Shimshon, Tiberiano Šimšôn; que significa "del Sol" - quizá proclamando que era radiante y poderoso, o "[el que] sirve [a Elohim]"; Shama'un en árabe), en la mitología hebrea, es uno de los últimos jueces de los antiguos Hijos de Israel ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HIJHOS DE ISRAEL ) mencionados en el Tanaj ( GOOGLE, WIKIPEDIA : TANAJ|) . Es descrito en el Libro de los Jueces,( GOOGLE, WIKIPEDIA: LIBRO DE LOS JUECES ) entre los capítulos 13 y 16. Sansón se caracteriza por una figura hercúlea, usando una extraordinaria fuerza para combatir contra sus enemigos y llevar a cabo actos heroicos inalcanzables para la gente común: luchar contra un león, acabar con todo un ejército con sólo una mandíbula de burro, o derribar un edificio. Representa la lucha de su pueblo contra la ocupación filistea.

Entrada principal de la Akademie der bildenden Künste en la Plaza Schiller ( AKADEMIE DER BILDENDEN KÜNSTE, SCHILLER)

La Academia de Bellas Artes de Viena ( GOOGLE : ACADEMIA DE BELLAS ARTES DE VIENA ) WIKIPEDIA, GOOGLE : LENGUA : ALEMÁN - WIKIPEDIA, GOOGLE: LENGUA : ALEMÁN - (en alemán: Akademie der bildenden Künste Wien) WIKIPEDIA, GOOGLE: MUSEOS : AKADEMIE DER BILDENDEN KÜNSTE WIEN) es una institución de educación superior en Viena, Austria ( WIKIPEDIA,GOOGLE, GEOGRAFIA, HISTORIA: VIENA, AUSTRIA - WIKIPEDIA, GOOGLE, HISTORIA, GEOGRAFIA: VIENA, AUSTRIA ). GOOGLE: La Gemäldegalerie (pinacoteIca) - GOOGLE : GEMÄLDEGALERIE ( PINACOTECA ) : El Bosco (el Juicio Final), ( wIKIPEDIA, GOOGLE, BIOGRAFIA, OBRA: EL BOSCO: EL JUICIO FINAL ) Lucas Cranach el Viejo, ( WIKIPEDIA, BIOGRAFIA, OBRA : LUCAS CRANACH EL VIEJO ) Rembrandt, Rubens, ( WIKIPEDIA, BIOGRAFIA, OBRA: REMBRANDT, RUBENS) ( WIKIPEDIA, GOOGLE, BIOGRAFIA, OBRA : TIZIANO, MURILLO) Tiziano, Murillo y Guardi ( WIKIPEDIA, GOOGLE, BIOGRAFIA, OBRA : GUARDI, MURILL, TIZIANO ) - Hofjagd- und Rüstkammer - (Tesoro imperial de Caza y Armería, la colección de armas y armaduras);

  • Sammlung alter Musikinstrumente (colección de instrumentos musicales antiguos);
  • Museum für Völkerkunde (Museo de Etnología, asociado en 2001);
  • Ephesos-Museum (Museo de Éfeso);
  • Schatzkammer (Tesoro Imperial);
  • Lipizzaner-Museum en el Stallburg;
  • el Museo del teatro Austríaco; y el
  • Wagenburg und Monturdepot (El Museo de Carrozas Imperiales y Departamento de Uniformes de Corte), en un edificio auxiliar en el Palacio de Schönbrunn.

Eva y Adri: ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GÉNESIS : EVA Y ADRI ) Etimología (Hebreo: חַוָּה, chavvah ; Arabe: حواء, Hawwa ; "uno viviendo" o "fuente de vida",del Hebreo ḥawwâ (java), "vivir", "vida", de ḥāyâ, "para vivir"; de la raíz ḥyw. En la mitología ( GOOGLE : MITOLOGÍA ) tanto cristiana como judía, Eva fue la primer mujer que Dios ( GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOS, MUJER ) creó sobre la Tierra, aunque en ciertas tradiciones hebreas se le considera la segunda (en estas, la primera fue Lilith). ( GOOGLE, WIKIPEDIA, TRADICIÓN : LILITH) - GOOGLE, WIKIPEDIA MITOLOGÍA : Lilit - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA : LILIT - FOLCORE JUDÍO - GOOGLE, WIKIPEDIA, FOLCLORE JUDÍO : LILIT

Lilit (1892), por John Collier.

Lady Lilith, por Dante Gabriel Rossetti.

Lilitu (1892), tablilla de terracota Sumeria o Asiria.

Lilit (o Lilith) es una figura legendaria ( GOOGLE, PENTATEUCO : FIGURA LEGENDARIA ) del folclore judío, ( GOOGLE, PENTATEUCO : FOLCLORE JUDÍO ) de origen mesopotámico ( GOOGLE, GEOGRAFIA : ORIGEN MESOPOTÁMICO ) . Se la considera la primera esposa de Adán,( GOOGLE, TANAJ: PRIMERA ESPOSA DE ADÁN) anterior a Eva. Abandonó el Edén ( GOOGLE, TANAJ, GEOGRAFÍA: ÉDEN ) por propia iniciativa y se instaló junto al Mar Rojo, ( GOOGLE, GEOGRAFIA: MAR ROJO ) uniéndose allí con Asmodeo , que sería su amante, y con otros demonios. Más tarde, se convirtió en una demonesa que rapta a los niños en sus cunas por la noche y se une a los hombres como un súcubo, ( GOOGLE, WIKIPEDIA: SÚCUBO ) engendrando hijos (los lilim) ( GOOGLE, WIKIPEDIA: LILIM) con el semen ( GOOGLE, WIKIPEDIA: SEMEN) que los varones derraman involuntariamente cuando están durmiendo (polución nocturna) ( GOOGLE, WIKIPEDIA: POLUCIÓN NOCTURNA ) . Se la representa con el aspecto de una mujer muy hermosa ( GOOGLE, WIKIPEDIA: MUJER HERMOSA ) , con el pelo largo y rizado ( GOOGLE, WIKIPEDIA: PELO LARGO Y RIZADO ) , generalmente pelirroja ( GOOGLE, WIKIPEDIA: PELIRROJA ) , y a veces alada ( GOOGLE, WIKIPEDIA: ALADA ) - GOOGLE, WIKIPEDIA : Lilit en la mitología mesopotámica - GOOGLE, WIKIPEDIA: LILIT EN LA MITOLOGÍA MESOPOTÁMICA : El origen de Lilit parece hallarse en Lilitu y Ardat Lili, dos demonios femeninos mesopotámicos, relacionadas a su vez con el espíritu maligno Lilu. En los nombres de esta familia de demonios aparece la palabra lil, que significa ‘viento’, ‘aire’ o ‘espíritu’. Los judíos exiliados en Babilonia llevaron a su tierra de origen la creencia en esta criatura maligna, cuyo nombre, adaptado a la fonética del hebreo como לילית (Lilith), se puso en relación con la palabra parónima hebrea ליל, lil, ‘noche’. GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : Lilit en la mitología hebrea - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : LILIT EN LA MITOLOGÍA HEBREA - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : Lilit en la Biblia - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : LILIT EN LA BIBLIA - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIBLIA : LILIT EN LA BIBLIA - La única mención en la Biblia de dicha criatura aparece en Isaías 34:14:פגשו ציים את־איים ושעיר על־רעהו יקרא אך־שם הרגיעה לילית ומצאה לה מנוח׃. En la Biblia de Jerusalén el pasaje se traduce como: «Los gatos salvajes se juntarán con hienas y un sátiro llamará al otro; también allí reposará Lilit y en él encontrará descanso». WIKIPEDIA, GOOGLE, RELIGÓN, TEOLOGIA : ÁNGEL, ANJO - WIKIPEDIA, GOOGLE, RELIGIÓN, TEOLOGIA: ÁNGEL, ANJO - WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA : ICONOGRAFIA DE EROS - WIKIPEDIA, GOOGLE, MITOLOGÍA GRIEGA : ICONOGRAFIA DE EROS - WIKIPEDIA, GOOGLE, RELIGIÓN: ÁNGEL CAÍDO, LUCIFER - WIKIPEDIA, GOOGLE, RELIGIÓN : ÁNGEL CAÍDO, LUCIFER - RELIGIÓN, TEOLOGIA, GOOGLE : ÁNGEL DE LA GUARDA, CUSTODIA - GOOGLE: TEOLOGIA, RELIGIÓN: ÁNGEL DE LA GUARDA, CUSTODIO - GOOGLE : La palabra española "ángel" procede del latín angelius, ( GOOGLE : LATÍN ANGELIUS) que a su vez deriva del griego ἄγγελος ángelos, "mensajero" ( griego ἄγγελος ángelos, "mensajero") . La palabra hebrea más parecida es מלאך mal'ach . La palabra hebrea más parecida es מלאך mal'ach) , que tiene el mismo significado. El término "ángel" también se usa en la Biblia ( GOOGLE: BÍBLIA) para las siguientes tres palabras hebreas:

  • אביר abbir ((literalmente "poderoso"), en el Libro de los Salmos (78:25).( GOOGLE: LIBRO DE SALMOS )
  • אלהים Elohim ( GOOGLE: ELOHIM) ("dioses" o plural mayéstático de Dios, según los autores), en Salmos (8:5).
  • שנאן shin'an, en Salmos (68:17). WIKIPEDIA, GOOGLE: BÍBLIA, TANAJ, TORÁ : Génesis - WIKIPEDIA, GOOGLE: BÍBLIA, TANAJ, TORÁ : GÉNESIS :

Génesis
En el libro Génesis se cuenta la historia de Adán y Eva.
Título original Γένεσις (griego)
בְּרֵאשִׁית (hebreo)
Serie Pentateuco
Precedido por Ninguno
Seguido por Éxodo

Génesis ( GOOGLE: GÉNESIS ) (del griego Γένεσις, "nacimiento, creación, origen";( del griego Γένεσις, "nacimiento, creación, origen"; del hebreo ( GOOGLE: HEBREO ) בְּרֵאשִׁית, Bereshit, ( GOOGLE: BERESHIT ) "en el principio") ( del hebreo בְּרֵאשִׁית, Bereshit, "en el principio") es el primer libro de la Torá ( GOOGLE: TORÁ) ("La Ley" o Pentateuco) ( GOOGLE: PENTATEUCO) ( primer libro de la Torá ("La Ley" o Pentateuco) y también el primer libro del Tanaj,( GOOGLE: TANAJ) la biblia hebrea ( primer libro del Tanaj, la biblia hebrea ) conocida por los cristianos como el Antiguo Testamento) ( conocida por los cristianos como el Antiguo Testamento) ( GOOGLE: ANTIGUO TESTAMENTO ) . WIKIPEDIA, GOOGLE, GENÉTICA : EVA MITOCONDRIAL - WIKIPEDIA, GOOGLE, GENÉTICA : EVA MITOCONDRIAL.


A HISTÓRIA DO PROFETA


A poesia é o princípio de toda a cultura : /
é o espírito do profeta e da sibila /
da serpente que sibila na pitonisa /
na filha da píton reticulada /

A história tem seu embrião nas frases poéticas e proféticas / estãos nas orações dos beatos e nos oráculos das pitonisas e dos profetas / mas antes é dada nos gritos guturais e dramáticos que encetam o canto / que ensaiam, afinam e gravitam a voz para o canto / em cuja origem está a fala / quando ocorre o abrandamento e economia do canto / no momento pré-poesia ( pré-sol, pré-sal, pré-girassol, pré-abelha rainha ) / quando o comércio dá os primeiros passos / convoca as leis, a ciência e a filosofia a atuar / ( a fala é o canto mitigado que lapida o canto / dando ênfase à sobriedade ao restringir o alongamento dramático das vogais / que ocorre na dramatização que caracteriza o grito. /

O grito é música em estado bruto /
não lapidado pela fala / cuja função é mensurar esse drama encenado pela voz / dando a esse drama a mescla da comédia / que é um tempero da tragédia / pois a tragédia é o canto sagrado constitutivo da religião e da terapia / momento solene da crucificação, morte e ressurreição / enquanto o condimento posto pela comédia possibilita o advento do comércio / relação de mercado que cria as condições para a riqueza / funda a sociedade e possibilita as condições para o surgimento da ciência e da filosofia / fundamentos da cultura erudita / cuja posição crítica e independente fora do âmbito do canto, dança e ritos teatrais / fez girar em pião os cérebros pensantes até a revolução Industrial na Inglaterra numa parusia da liberdade pelos caminhos empoeirados do espírito absoluto / que bebeu na fonte da vodka absoluta ) /

Antes do advento da escrita e concomitantemente da história / o cantar das vogais no momento dramático ou trágico do grito / denotava e conotava dor ou prazer / essência do drama e da poesia trágica / que vem antes no canto, cuja origem é o grito, do que na escrita fria / de mãos postas em partituras ou nos versos escritos da tragédia / ( somente a tragédia com a presença real do ser humano que a encena / é verdadeiramente a essência do drama / outro fundamento do canto, dos gestos , representados no teatro, / que é o símbolo da vida humana individual e coletiva / com todas as expressões e manifestações corporais humanas e animais / no limite do que lhes ensina a tragédia / desenhada no corpo do drama encenado / no âmbito social e na economia vegetativa da natureza / que na terminologia de Freud foi denominada de "Inconsciente" / e Jung de "Inconsciente Coletivo " : / o primeiro evocando o aspecto individual / e o outro as facetas coletivas / dicotomias presentes na vida consciente e vegetativa do ser humano / um ser que retêm o barro do Adão que é no corpo de metais alcalinos-terrosos / onde está arraigado o vegetal que é na flor do paraíso / ou flor do Éden corrente na torrente de vida da floresta ) / A poesia embrionária no grito / que prenuncia o drama trágico / é o princípio da razão e da sensibilidade / que enceta a história, a filosofia e a religião / e posteriormente toda a cultura humana / quando a língua já está perfeita em versos de Narcisos / que põem a cantar até o inferno no Canto do Inferno de Dante / ou nas vozes de Goethe, Byron, Nietzsche / na lua de mel da pré-colmeia, pré-favos-de-mel do Cântico dos Cânticos / cujo escopo é elevar a palavra ao extremo da beleza e da precisão do pensamento / fundando as bases mentais do ser humano / sob a forma de religião teológica, filosofia, ciência / cujas bases são os vocábulos / e posteriormente na transcendência da palavra / traduza a natureza em linguagem matemática / do diálogo á dialética com a natureza / viabilizando a técnica e o consequente estudo da técnica / ao dizer a técnica em "logos", lógica : tecnologia / discurso que põe as bases técnicas da engenharia / antes elucubrada nos meandros insulares dos cérebros que elucubraram a física teórica / poesia abaixo do nível dos neutrinos da flor em anti-matéria / ou da tulipa negra envolta na cápsula negra da matéria negra / e da energia negra que permeia o universo / e as elucubrações dos físicos teóricos / alquimistas-matemáticos do submundo em abelhas e mel na forma de pura energia / quantificada no Quânticos dos Quânticos /

A poesia olha o lago / e do lago olha o homem / cujo olhar apaixonado retorna à imagem do Narciso de sua individualidade / refletida e defletida ao léu do encanto espelhado em água marinha / com a face metálica morta no submarino /

Todavia, esse Narciso submarino abandona as águas do lago e pisa terra firme / - calca sob os pés a "terra à vista!" vista do periscópio / porque é uma espécie desconhecida de Narciso / um Narciso retirado do homem e da flor mítica plantada no solo do mito : / é o Narciso anfíbio que planta a planta do pé sobre terra firme / em Ilhas Virgens / no reino então somente discutido por vegetais e minerais / e cria a mente humana / com símbolos e signos similares aos movimentos do cérebro / na dança suave e harmônica das esferas e da eletricidade / que vem bailando desde o encéfalo / descendo escadas no corpo humano / em cujos porões estãos as mãos / que manufaturam o vasilhame de argila e escrevem poemas a Dante / pisando serpentes e lagares e vides / palmilhando caminhos em solo alcatifado pela flor de laranjeira caída em anjo no pó / com a face decadente do velho Narciso agora caída pela terra / cujo dossel é a barra da alva nos primeiros passos do anjo da luz / que salta no solo na forma de Adão / - um outro e desconhecido Adão / inovação de Adão / e de Deus /
REFERÊNCIAS :
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El profeta Jeremías

Según una doble acepción, la palabra profeta puede significar:

  • Persona que es capaz de predecir acontecimientos futuros (videncia), lo que comúnmente se conoce como profecía.
  • Persona que habla por inspiración divina o en nombre de Dios. Es una figura clave en muchas religiones puesto que su don proviene de su capacidad de hablar con Dios y ser inspirado por Él.

Siguiendo la segunda acepción, en el islam:Dios (En árabe: Alá y en el arameo hablado por Jesús de Nazaret: Alaha) es la única divinidad, y Muhammad صلّى الله عليه وسلّم (Mahoma) uno de sus profetas.Para el judaísmo, islam y el cristianismo, ha habido varios profetas, según puede leerse en el Antiguo Testamento y el Corán. Se ha traducido como profeta (en griego, πρoφήτης), la palabra hebrea nabi, cuyo significado literal es "llamado".

Representación ideada de Daniel en la fosa de los leones
Pintura de Peter Paul Rubens

Daniel (del hebreo דָּנִיֵּאל) cuyo nombre significa "Dios es mi juez" o "La Justicia de Dios". Según lo que aparece escrito en la Biblia, Daniel formaba parte de la tribu de Judá, que había sido capturada y permanecía en Babilonia cuando Nabucodonosor II destruyó la ciudad de Jerusalén.Un grupo de jóvenes fue seleccionado para ser llevado ante Nabucodonosor. Eran escogidos de las tierras y pueblos que Babilonia había conquistado. Fue acompañado por, entre otros, tres jóvenes hebreos de su misma tribu: Hananías, Azarías y Misael. Aunque muchos de los exiliados vivían cerca del río Kebar, fuera de la ciudad de Babilonia, se escogió a Daniel y sus tres compañeros para un aprendizaje especial de la escritura y lengua caldeas durante tres años, a fin de equiparlos para funciones de gobierno. Como era costumbre, les pusieron nombres babilonios: a Daniel le llamaron Beltsasar conforme al nombre del dios de Nabucodonosor.


Ubicación de Delfos [Delphes], en Grecia
Templo de Apolo
Ruinas de Delfos
La sibila de Delfos (1510, 350 × 380 cm), fresco de Michelángelo (1475-1564) en la Bóveda de la Capilla Sixtina
Orestes en Delfos; crátera con figuras rojas, ca. 330 a. C.
Los picos Fedríades (‘brillantes’) de Delfos
Plano del santuario de Apolo Pitio
Ónfalos de Delfos que se exhibe en el museo
Auriga de Delfos que se exhibe en el museo

El oráculo de Delfos fue un gran recinto sagrado dedicado principalmente al dios Apolo que tenía en el centro su gran templo, al que acudían los griegos para preguntar a los dioses sobre cuestiones inquietantes. Situado en Grecia, en el emplazamiento de lo que fue la antigua ciudad llamada Delfos (que hoy ya no existe), al pie del monte Parnaso, en medio de las montañas de la Fócida, a 700 m sobre el nivel del mar y a 9,5 km de distancia del golfo de Corinto.De las rocas de la montaña brotaban varios manantiales que formaban distintas fuentes. Una de las fuentes más conocidas desde muy antiguo era la fuente de Castalia, rodeada de un bosquecillo de laureles consagrados a Apolo. La leyenda y la mitología cuentan que en el monte Parnaso y cerca de esta fuente se reunían algunas divinidades, diosas menores del canto, la poesía, llamadas musas junto con las ninfas de las fuentes, llamadas náyades. En estas reuniones Apolo tocaba la lira y las divinidades cantaban.El oráculo de Delfos influyó en gran manera en la colonización de las costas del sur de Italia y de Sicilia. Llegó a ser el centro religioso del mundo helénico.La Fócida o Focia es una antigua región del centro de Grecia atravesada por el gran macizo del monte Parnaso. En época de la Grecia clásica una parte de esta región, la que está situada al pie de dicho monte, tenía el topónimo de Pyto (o Pito), en griego Πυθω. Este lugar es el conocido como Delfos, es decir, Pyto y Delfos son sinónimos.El puerto de Itea era la puerta al mar más cercana a Delfos.El nombre de Pito fue tomado de la serpiente Pitón (Πυθων) que vivía en una cueva de estos parajes y a la que el dios Apolo dio muerte para apoderarse de su sabiduría y ser él quien presidiera el oráculo. La mitología cuenta que después de dar muerte a la serpiente, Apolo guardó sus cenizas en un sarcófago y fundó en su honor unos juegos fúnebres que se llamaron Juegos Píticos. Más tarde corrió la leyenda de que ese sarcófago se hallaba enterrado debajo del ónfalos, piedra cuyo nombre significa "ombligo del mundo", en el templo de Apolo en Delfos. De este nombre derivó el de Pitia o Pitonisa (Πυθια), nombre que se le fue dando a las mujeres que interpretaban las respuestas, es decir el oráculo. Al templo de Apolo se le llamaba también Pition (Πυθιoν) y al mismo Apolo en Delfos se le llamó Apolo Pitio.El topónimo de Delfos viene de Delfine (Δελφινης), que era el nombre del dragón mitológico que custodiaba el oráculo antes de la llegada de Apolo. A partir del siglo IV a. C., se le empezó a llamar Pitón en lugar de Delfine, aunque en esencia era el mismo personaje. Son dos fases sucesivas de la leyenda. Siguiendo el topónimo de Delfine, al templo de Apolo se le llamó igualmente Delfinion (Δελφίνιo)

Serpientes
Rango fósil: Cretácico: Presente

Antaresia maculosa
Clasificación científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Clase: Sauropsida
Subclase: Diapsida
Superorden: Lepidosauria
Orden: Squamata
Suborden: Serpentes
Linnaeus, 1758
Distribución
Infraórdenes y familias

Las serpientes (Serpentes) u ofidios (Ophidia) son un suborden de saurópsidos (reptiles) diápsidos pertenecientes al orden Squamata, caracterizado por la ausencia de patas y el cuerpo muy alargado. Se originaron en el período Cretácico.Las serpientes se caracterizan por la ausencia de extremidades y cuerpo alargado. Algunas poseen mordeduras venenosas que utilizan para matar a sus presas antes de ingerirlas. Otras serpientes matan a sus presas por constricción, por ejemplo estrangulación.Se reconocen 456 género y más de 2.900 especies.Evidentemente, las serpientes derivan de algún tipo de lagarto, pero los detalles concretos de su origen no están claros. En la mitología griega, Pitón era una gran serpiente, hija de Gea, la madre Tierra, nacida del barro que quedó en la tierra después del gran diluvio. El monstruo vivía en una gruta cerca de Delfos, sobre el monte Parnaso y allí custodiaba el oráculo. El dios Apolo mató a la Pitón, exigió el oráculo para sí y desde entonces fue conocido como Apolo Pitio. Se dice que el dios había establecido los Juegos Píticos para celebrar su victoria.

Heroónpolis

De Wikipedia, la enciclopedia libre

(Redirigido desde Pitón (Egipto))

Heroónpolis o Heroópolis, nombre helenizado de la antigua ciudad que fue capital del VIII nomo del Bajo Egipto.

Mapa de Egipto: Heroónpolis.

Nombre egipcio: Pi-Tum o Pa-Tum "Casa de Atum". Nombre griego: Heroónpolis Ἠοώων πόλις o Ἡρώ (Estrabón). Nombre bíblico: Pitón. Nombre hebreo: (פתם). Nombre árabe: Tell el-Masjuta.

Heroónpolis fue una importante antigua ciudad situada al este del delta del Nilo, cerca de la desembocadura del canal que unía el río Nilo con el mar Rojo, el Canal Real (Ἡρωοπολίτης κόλπος , Ptol. v. 17. § 1, Latin: Heroopoliticus Sinus), y aunque no estaba en la costa, sino con rumbo norte de los lagos Amargos, Heroónpolis era de suficiente importancia como plaza comercial, dando su nombre a la rama del mar Rojo.

Posiblemente Heroónpolis era Pitón, una de las ciudades mencionada en el Exodo 1:11, la que fue ordenada construir por el faraón de la opresión con el trabajo forzado de los israelitas.